Esportes

Problemas para o professor

Redação DM

Publicado em 29 de abril de 2017 às 01:53 | Atualizado há 9 anos

O Vila Nova realizou, na tarde de ontem, o último treino aberto para a primeira partida da decisão contra o Goiás. Hoje ainda acontece a atividade derradeira, mas essa com portões fechados, para imprensa e torcida. Isso porque Mazola Júnior quer privacidade para realizar esse trabalho, onde o treinador vai posicionar a equipe que entra em campo para a primeira partida da final. Amanhã, a bola rola para o início da decisão, às 16 horas, no Serra Dourada.
O técnico vilanovense, Mazola Júnior, tem dois problemas em seu meio de campo. O volante Geovane, que marcou um dos gols no empate contra a Aparecidense, na semifinal, está fora por suspensão. P.H será seu substituto. Já a outra dor de cabeça fica por conta do outro volante titular, Fágner. O jogador levou uma pancada no joelho, no último jogo, e não participou dos treinos da semana. Caso Fágner não se recupere para o jogo, a tendência é que Marcos Serrato ganhe outra oportunidade na equipe titular.
Durante as duas partidas da semifinal, Mazola Júnior utilizou uma formação com três atacantes. A tendência é que a prática seja repetida para a decisão contra o Goiás. Quando perguntado se essa era a formação ideal para o time, o volante P.H preferiu dizer que o Vila consegue se adaptar bem a diversos esquemas.
“A gente não tem uma formação ideal. Desde o começo o Mazola vem falando isso. Temos que jogar de acordo com o jogo. Se for precisar de ataque, bota três atacantes. Mas isso não quer dizer que com duas linhas de quatro somos menos ofensivos. Utilizamos a formação de acordo com o jogo”, destacou.
O volante também falou a respeito de todo o clima envolvendo a decisão. Segundo ele, toda a pressão existente pelo fato de o Vila não levantar a taça do estadual há 12 anos, acaba servindo como uma motivação a mais para os atletas.
“O clima de decisão está instaurado não só dentro do clube, como também na parte de fora. Quando a gente vai para casa, muita gente da torcida vem falar com a gente, pedindo o título. Acredito que nós jogadores estamos absorvendo essa cobrança de uma boa forma, para utilizar isso como motivação para a hora do jogo. Temos que entrar em campo com o mesmo espírito que estão demonstrando os nossos torcedores.

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