Política

Vitti dará sequência às medidas de “austeridade”

Redação DM

Publicado em 4 de janeiro de 2017 às 01:06 | Atualizado há 10 anos

Líder do Governo e próximo presidente da Assembleia a partir de 1º de fevereiro de 2017, José Vitti (PSDB) afirmou que medidas de “austeridade” tomadas pelo atual presidente do Legislativo goiano, deputado Helio de Sousa (PSDB), continuarão sendo prioridade na sua gestão nos próximos dois anos.

Como exemplo, ele cita medidas de transparência dadas aos trabalhos e a criação de mecanismos que aproximaram ainda mais a sociedade da atividade parlamentar. Dentre as ferramentas ele destaca a transmissão da TV Assembleia em canal aberto, que foi lançada oficialmente em 1º de dezembro.

José Vitti diz que utilizará a sua experiência “no meio empresarial e os valores morais e éticos” que herdou de seus pais a fim de realizar uma “atuação eficiente” à frente do Legislativo goiano. Para isso, ele espera contar com a ajuda dos servidores da Casa, que, segundo ele, possuem um papel essencial para o sucesso de sua administração.

Em relação ao seu trabalho na liderança do Governo, desde o início do atual mandato, o deputado agradeceu a confiança daqueles que acreditaram na capacidade dele de representar o governador Marconi Perillo (PSDB) na condução da aprovação das leis para gerir o Estado. “Sempre observei a postura e a conduta dos líderes que me antecederam, porém implementei uma característica própria que é a de conversar bastante, dar muita transparência aos atos da Casa e debater não só com os meus colegas da base, mas também com os de oposição. E sempre que tive uma tratativa de acordo com qualquer um deles, foi cumprida”, afirmou.

O futuro presidente ressaltou, ainda, que a confiança depositada nele, em especial pelos colegas de situação (que somam um número três vezes maior do que os opositores), contribuiu para o bom desempenho do Estado em meio à crise econômica. Conforme o deputado, medidas impopulares, como reajustes fiscais enviados pelo Executivo, foram difíceis de serem votadas, porém, “necessárias para que, hoje, Goiás não esteja passando por situação de calamidade financeira como os Estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro”.

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