Política

Magda Borges quer fazer a diferença no Senado

Redação DM

Publicado em 4 de outubro de 2018 às 04:45 | Atualizado há 8 anos

Magda Borges quer ser sena­dora por Goiás e pauta suas pro­postas parlamentares na reali­zação de tarefas que irão fazer diferença para a sociedade.

Ela é candidata ao Senado Fe­deral pelo Partido Comunista Brasileiro. Professora bolsista do mestrado em psicologia da Uni­versidade Federal de Goiás.

Natural de São Luís de Mon­tes Belos, militou no grêmio es­tudantil secundarista. Veio para Goiânia cursar filosofia e logo in­gressou no movimento estudan­til, tendo assumido a presidência do Centro Acadêmico de Filo­sofia da Universidade Católica.

Nesta gestão, Magda promo­veu o maior encontro regional de filosofia do Centro-Oeste: quase mil estudantes partici­param do evento. A partir desse momento, ela começou a fazer militância com assistência so­cial. Por lidar com pessoas vul­neráveis e menos favorecidas, se convenceu que há a neces­sidade precípua de desenvol­vimento de projetos que aten­dam à população mais carente.

Magda não compactuava com o que era a prática política exer­cida usualmente. Se interessou por direitos humanos e resolveu participar de um grupo de estu­do na Universidade Federal de Goiás que abordava esse assunto.

Atualmente está integrada ao partido e cada dia entende mais sobre a sociedade como está posta.

Sobre as diferenças sociais, to­dos diziam a ela: “é assim mesmo, ele não se esforçou para ser outra coisa ou não se esforçou o sufi­ciente”. Foi quando o partido lhe apresentou o motivo dessas dife­renças de classe e subalternidade de etnias que o capitalismo pro­move. Há dez anos atrás ela não fazia ideia de que era dessa for­ma, mas quando conheceu o Par­tido Comunista Brasileiro (PCB), este passou a lhe dar respostas, de um modo acadêmico, como por exemplo como se deu a formação social mundial ou do nosso esta­do. Magda entendeu que a gran­de diferença econômica do nosso Estado é uma diferença marcada pela forma como se deu a coloni­zação brasileira, bem como o po­voamento de Goiás. Através de es­tudos históricos, compreendeu que as famílias que exploram o Estado, o fazem desde a coloni­zação, promovendo a exploração da classe trabalhadora.

Inconformada com a situação de crise, de empobrecimento, de cultura de privatização que os go­vernos vêm promovendo desde a década de 90, resolveu lutar colo­cando o seu nome à disposição do partido e da população de Goiás.

“Minha candidatura é cole­tiva. Foi uma decisão do parti­do, em que definimos, depois de muitos anos sem participar de um processo eleitoral, participar do processo de modo a nos con­trapormos contra essa velha po­lítica que está aí. A sociedade tem se calado diante das injustiças. Quero que a minha candidatura seja capaz de movimentar essa terra batida que assola o estado, para levantar a poeira do arado do solo que vai produzir bons fru­tos. Vou promover reflexões so­bre meio ambiente, feminicídio e sobre a condição das mulheres na sociedade”, finalizou.

Tags

Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia