Cotidiano

A perda de um jornalista ético

Redação DM

Publicado em 2 de outubro de 2016 às 02:06 | Atualizado há 10 anos

Foi sepultado ontem, em Goiânia, o corpo do jornalista, advogado, ex-presidente da Associação Goiana de Imprensa (AGI),  ex-diretor da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) Henrique Duarte. Ele tinha 77 anos, começou suas atividades profissionais no Cinco de Março e atuou no Diário do Oeste e O Popular.

Atualmente, era presidente do Sindicato Rural e da Cooperativa Rural de Hidrolândia. Ele se preparava para lançar o livro Hotel do Oriente, que estava em fase de revisão. Ele tratava de um câncer.

Ao passar mal, na última quinta-feira, foi encaminhado para a unidade de terapia intensiva, sofreu duas paradas cardíacas na manhã de sexta-feira e não resistiu. Ele deixa a mulher, a advogada Sandra Gomes Duarte, e três filhos, Natasha, Henrique Júnior e Leila. O velório foi realizado no Cemitério Jardim das Palmeiras, onde foi sepultado.

O governador Marconi Perillo e o prefeito Paulo Garcia manifestaram pesar pelo falecimento do jornalista Henrique Duarte. “Goiás perde um profissional correto, ético, responsável. Um analista isento, equilibrado e de bom senso, além de criativo”, ressaltou Marconi Perillo. “Henrique Duarte representou, com dignidade, a categoria de jornalista e de advogado. Meus pêsames aos familiares”, disse Paulo Garcia.

O presidente da Associação Goiana de Imprensa, Valterli Guedes, lamentou o falecimento de Henrique Duarte. “Como jornalista e dirigente da AGI e da Fenaj, Henrique Duarte atuou em defesa do bom jornalismo, da liberdade de expressão e da defesa dos princípios democráticos”.

 

 


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