Brasil

Ali Babá e os 40 ladrões

Redação DM

Publicado em 24 de março de 2016 às 02:35 | Atualizado há 2 anos

Atualmente estamos vivendo a era do início de Cristo, para ter certeza disso leia os bons historiadores e principalmente a Bíblia Sagrada, onde encontramos vários relatos cruéis e puramente desumanos praticados naquela época, quando os humanos perdiam na selvageria até para os animais selvagens. A história do Ali Babá e os 40 ladrões é mundialmente conhecida, parecendo até que o atual governo petista tenha copiado o ‘modus operandi’ do Ali Babá. Creio que não está faltando nada e até tenha superado em técnica e quantidade no volume subtraído onde nunca aparece o Ali Babá como dono, mas sempre o seu amigo desconhecido. Será que eu estou sonhando ou realmente é uma pura coincidência dos fatos?
(Benone A. de Paiva, via e-mail)


 

 

Jamais!

Jamais! Este é o advérbio mais pronunciado nesses últimos dias, diante da enxurrada de denúncias desencadeada pelo senador Delcídio do Amaral na sua delação premiada. Todos os implicados o bradam com o olhar rútilo, assegurando que o delator mente e dispara projetis de vingança para todo lado. Não é possível enfileirar todos os “jamais” provocados pelas acusações, sob pena de estender o texto além do permitido. O fato é que o País está vivendo um clima de teatro do absurdo que deixaria as princi-pais expressões desse movimento artístico-cultural, como Samuel Becket e Eugène Ionesco, por exemplo, perplexos com o fato de que a realidade por aqui ultrapassou qualquer ousadia de imaginação ligada aos temas e montagens de suas peças. Pobre Brasil, mais absurdo agora que ganhou um ministro postiço, denunciado, que provavelmente “jamais” venha a ser alcançado pelas malhas da Justiça.
(Paulo Roberto Gotaç, via e-mail)


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