O novo velho ministro da Fazenda
Redação DM
Publicado em 21 de dezembro de 2015 às 23:58 | Atualizado há 1 anoAté que enfim Dilma colocou nos devidos lugares aquele que na verdade sempre foi o “ministro da Fazenda”. Nelson Barbosa mente quando diz aos jornalistas que seguirá as mesmas normas já estabelecidas por Levy. A presidente sempre acatou as tendências econômicas do Barbosa colocando o ministro defenestrado em situações vexaminosas diante do mercado e do público pagante. A tal “nova matriz econômica” nunca saiu da cabeça da Dilma e de seu ex-ministro do Planejamento Nelson Barbosa. Portanto…Dificilmente o mercado irá cair nessa esparrela e muito menos que a culpa dos descalabros nas contas do governo é do Congresso.
(Leila E. Leitão, via e-mail)
Fala sério
Dá para desconfiar. Qual é mesmo o interesse de certos deputados distritais quererem derrubar a presidente da Agefis, Bruna Pinheiro? Decidida, ela trabalha dentro da lei, coíbe invasões de terras públicas, faz o que os nossos digníssimos representantes ignoram, ou seja, luta pela preservação do meio ambiente.
(Josuelina Carneiro, via e-mail)
Férias
Como são salutares as férias. Entram em recesso o Judiciário e o Legislativo. Estamos livres do festival de non-sense que assola o País até o início de fevereiro. Fica somente o Executivo, que, livre daqueles poderes, poderá fazer tranquilamente alguma coisa. O PIB é até capaz de crescer, mesmo com o PT no poder.
(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)
Ainda sobre a decisão do STF
Mesmo que a Câmara aprove a abertura do processo de impedimento da presidente da República, pela decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal na semana passada, o Senado é quem vai decidir se o processo seguirá adiante. Francamente, não dá para entender como um Senado com representatividade tão desproporcional possa representar o anseio da população brasileira como um todo. Pensar que São Paulo, o Estado mais populoso do Brasil, tem o mesmo número de representantes do Amapá ou do Acre, com tão poucos habitantes, não parece um disparate? Estranhíssimo que tal aberração não tenha passado pela cabeça dos minitros da mais alta corte do País que resolveram legislar como se fizessem parte de outro poder: o Legislativo. Da mesma forma, determinaram o voto aberto como se isto também fosse prerrogativa do STF decidir. Houve até o argumento explicando o porquê desta decisão: a de que o eleitor deve ver a cara do seu eleito e verificar como ele votou. Mas é de competência do Poder Judiciário decidir isto também? Posso argumentar que deputados que votarem contra o poder executivo correm risco de sofrer restaliações, no caso de seu voto não estar em consonância com os interesses do Executivo e estamos cansados de saber que isto acontece. Como brasileira, peço que tais decisões sejam, no mínimo, repensadas e que Vs. Excias. ponham a mão na consciência. Caso contrário, como confiar na isenção do STJ? De fato, a suspeita que fica é a de “casuísmo” como bem definiu o ministro Gilmar Mendes, o que seria algo realmente deplorável!
(Eliana França Leme, via e-mail)
Ministro das pedaladas
É ofensivo para nós brasileiros chamar o novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa (puxador de tapete…), de desenvolvimentista. Seu currículo como servidor desta era petista é o pior possível. São suas também as digitais da derrocada econômica que atravessamos no País. Já que não respeitou nos altos cargos que ocupou na nossa República os princípios básicos de uma eficiente administração. Faltou transparência com o mercado, respeito às contas públicas, estimulou gastos excessivos e improdutivos, e ainda é um dos pais das criminosas pedaladas fiscais! Sem falar também que se lixou para a formação do indispensável superávit primário. Entendo que o administrador desenvolvimentista é aquele que, ao cuidar com responsabilidade das contas públicas, alavanca o nível de investimento, cria empregos, crescimento do PIB sustentável, gera distribuição de renda e ainda reserva recursos suficientes para educação, saúde, etc. O Brasil desta era petista está longe do descrito acima! Têm PIBs medíocres, perdeu o grau de investimento, e se bobear pelo seu alto grau de endividamento não se pode descartar também que de cócoras o País volte a pedir ajuda ao FMI, como muito bem adverte a colunista do Estadão, Mônica De Bolle. Ou seja, o Nelson Barbosa só é bom para a cúpula do PT da Dilma, porque libera sem resmungar recursos que não existem em caixa, para farra dos camaradas e aliados. É por isso que dizem que Barbosa é mais político do que Joaquim Levy… Entenderam?!
(Paulo Panossian, via e-mail)



