Brasil enfrenta a Noruega nas oitavas da Copa e pode ter horário alterado por causa do calor
Léo Carvalho
Publicado em 3 de julho de 2026 às 20:47 | Atualizado há 6 minutos
Ancelotti comanda penúltimo trabalho em campo antes das oitavas de final da Copa do Mundo | Foto: Mauro Pimentel/AFP
A Seleção Brasileira enfrenta a Noruega neste domingo (5), pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O jogo está marcado para as 17h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, mas a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aguarda uma definição da Fifa sobre a possibilidade de a partida começar às 18h em razão das condições climáticas.
Segundo a previsão da AccuWeather, a região do estádio poderá registrar temperatura de 34°C, com sensação térmica próxima de 39°C no horário inicialmente previsto para o duelo. A previsão ainda aponta umidade elevada e possibilidade de chuva e tempestades isoladas, fatores que levaram a entidade máxima do futebol a avaliar uma alteração no cronograma.
Em campo, o Brasil tenta avançar às quartas de final, fase em que enfrentará o vencedor do duelo entre México e Inglaterra, que também será disputado no domingo. Caso confirme a classificação, a equipe comandada por Carlo Ancelotti voltará a jogar no dia 11 de julho, em Miami.
Além da preocupação com o calor, a comissão técnica brasileira também busca definir a equipe que enfrentará a Noruega. Sem Lucas Paquetá, Carlo Ancelotti ainda tem como principal dúvida a utilização de Neymar. Recuperado fisicamente, o camisa 10 tem condições de atuar durante os 90 minutos, mas ainda não tem presença garantida entre os titulares. O treinador afirmou que a decisão dependerá da estratégia adotada para o confronto.
Do outro lado, o técnico da Noruega, Stale Solbakken, reconheceu o favoritismo brasileiro, mas acredita em um duelo equilibrado. O treinador lembrou que a seleção norueguesa nunca perdeu para o Brasil em confrontos oficiais. O retrospecto reúne quatro partidas, com duas vitórias da Noruega e dois empates, incluindo o triunfo na fase de grupos da Copa do Mundo de 1998.
Bem-humorado, Solbakken brincou que poderia escalar uma equipe sem atacantes para tentar conter a força ofensiva da Seleção Brasileira e elogiou a fase de Vinícius Júnior. Na avaliação do treinador, o Brasil evoluiu ao longo da Copa do Mundo e chega fortalecido para o mata-mata.