A crise econômica e moral intimida investimentos
Redação DM
Publicado em 7 de dezembro de 2015 às 22:33 | Atualizado há 11 anosNão é novidade a crise vivida nos últimos tempos. Empresários reduzindo gastos, produzindo menos, políticas públicas escassas. Ninguém consegue acreditar, ninguém quer arriscar.Quanto à sofrida população, que grande parte está precisando de trabalho e pensa em encontrar algum no final do ano nas vésperas do Natal, as festas de 2015 ameaçam ser um fracasso.
Os geradores de emprego e renda, preocupados com a queda no faturamento, a falta da procura, poucos empresários, comerciantes pretendem contratar e o principal investir.Antes de 2014, havia esperança, expectativa de crescimento, os empresários para se manter de portas abertas, criam novas vertentes, procuram saídas emergenciais.Em conversas nos bastidores da economia, o impacto vem sendo sentido nas empresas especializadas na contratação de recursos humanos.
Afinal, as empresas estão se readequando a realidade social, estão enxugando gastos, alternando escalas, enfim estão se desdobrando para tentar criar soluções para este período.De esperanças e expectativas de mudanças vamos vivendo. Afinal, vamos aguardar a cena e os próximos capítulos da trágica novela da vida real que o Brasil vive: a incerteza e a insegurança do crescimento econômico.
Política e economia são fundamentais, necessário é a perfeita adequação em parcerias, para isso é necessário mais ações no âmbito econômico, mais programas projetos que beneficiem as empresas e empresários, para que no efeito dominó, beneficie melhor qualidade de vida para todos.
A equidade e eficiência econômicas necessitam da presença do Estado para serem alcançadas, eficiência é a palavra chave. Por isso as políticas públicas tentam diminuir as diferenças sociais na luta pela equidade, como da presença do Estado na criação de mecanismo para fomentar a produção.
O intervencionismo estatal é fundamental, temos que acompanhar as mudanças políticas no sentido de prever melhores condições, políticas públicas para o desenvolvimento econômico para o coletivo.
A credibilidade, é fator preponderante, é hora de investir, a crise moral que o país enfrenta não pode atrapalhar a economia. Criar e gerar emprego e renda é a missão, que venha 2016.
(Maione Padeiro, presidente da Aciag Jovem e membro do Fórum Jovem)