Brasil

A hora de cuidar de Goiânia

Redação DM

Publicado em 5 de novembro de 2015 às 23:54 | Atualizado há 11 anos

Goiânia não vive um bom momento. A cidade não vai bem.

Se passasse por uma consulta, certamente o diagnóstico viria recheado de alertas importantes.

Asfalto em péssimo estado de conservação, limpeza urbana ineficiente, iluminação pública precária, deficiências sérias no trânsito e mobilidade, além de uma perceptível piora nos serviços de transporte coletivo e saúde pública municipal.

Sem contar o caos financeiro, alardeado sem cerimônia pelas autoridades da área econômica do Paço Municipal, como que se não fosse deles a responsabilidade por isso.

Essa preocupante situação é resultado de anos de gestões ineficientes e improvisadas, sem planejamento, o que parece marcas dos governantes do PT e PMDB. Herança de prefeitos que trabalharam mal, a exemplo de Iris Rezende e Paulo Garcia.

Goiânia não pode esperar mais. A cada dia torna-se mais urgente implantar um novo modelo de gestão na cidade, de eficiência, de planejamento. E, acima de tudo, um modelo proativo, com as medidas e ações necessárias para recuperar a cidade e o orgulho que todos nós sempre tivemos da nossa capital.

Com a aproximação das eleições municipais, nomes começam a fluir com a intenção de disputar a sucessão do atual prefeito. É preciso ter cautela e caminhar na direção da escolha de um próximo prefeito que tenha o perfil do bom gestor, que compartilhe a defesa de um modelo de gestão eficiente e de resultados.

Não há dúvida de que no cenário colocado hoje o ator político que melhor se enquadra no perfil exigido pela cidade é o presidente da Agetop, Jayme Rincón. Ninguém, nos últimos anos, realizou tanto por Goiânia quanto Jayme Rincón, através de dezenas de obras executadas junto com o governador Marconi Perillo.

São vários exemplos importantes, tais como viadutos, duplicações, o Hugol, o maior hospital de urgências construído no Brasil nos últimos anos, a reforma do autódromo e tantas outras.

Nesse período na Agetop, Rincón mostrou sua capacidade de planejar e executar bem as ações administrativas. Mostrou a disposição que Goiânia exige de um prefeito nesse momento delicado. Além de tudo, como potencial candidato da base aliada ao governo estadual, Jayme teria, no exercício de seu mandato em Goiânia, o apoio incondicional e empenhado do melhor gestor público que Goiás já conheceu, o governador Marconi Perillo.

Aliás, estão na escola de gestão de Marconi praticamente todos os bons quadros que Goiás tem apresentado nos últimos anos. Outro exemplo perfeito é do secretário de Gestão e Planejamento, Thiago Peixoto.

À frente da Secretaria de Educação por quatro anos, Thiago recuperou toda a estrutura física da rede estadual de ensino. Foram mais de mil escolas reformadas, apenas para citar um exemplo. E a qualidade do ensino subiu da décima sexta para o primeiro lugar, de acordo com o atual ranking do Ideb, do Ministério da Educação.

Thiago agora repete sua eficiência no novo desafio colocado a ele pelo governador Marconi. Foi peça fundamental na organização estratégica do bloco de governadores do Centro-Norte do Brasil e suas medidas modernizadoras fazem Goiás avançar para se tornar, em breve, um dos três estados mais competitivos do país.

Alinhavo aqui apenas alguns exemplos de gestores de sucesso para dizer que é esse caminho que Goiânia precisa seguir: o da competência administrativa. Nossa capital não pode sofrer mais quatro anos com improvisos, falta de planejamento e com a total incompetência que temos visto praticamente nos últimos 10 anos.

É hora de cuidar de Goiânia, com a eleição de um bom gestor para tocar seus destinos pelos próximos quatro anos.

Francisco Oliveira, deputado estadual, foi presidente da Câmara Municipal de Goiânia por três mandatos.

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