Cotidiano

Coletivos urbanos e artistas fazem manifestação em SP pela Agenda 2030

Redação DM

Publicado em 24 de setembro de 2015 às 22:22 | Atualizado há 1 ano

Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil

Coletivos urbanos (novo modelo de organização social, que substitui protestos por intervenções criativas) e grupos culturais realizaram no início da noite de hoje (24), no Largo da Batata, zona oeste da capital paulista, uma série de atividades em defesa da Agenda 2030 Para o Desenvolvimento Sustentável, que deverá ser oficialmente adotada pelos países-membros a partir da Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 2015, que ocorre, a partir de amanhã (25), em Nova York. O encerramento será no dia 27.

“As cidades precisam voltar a ser dedicadas as pessoas. Todas as intervenções nas cidades têm de ser sempre para torná-las mais humanas. Nossa manifestação tem a ver com isso. Queremos espaço para os veículos que não poluem e não fazem barulho, como as bicicletas”, disse o cicloativista Marcelo Arruda.

A agenda traz um conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos da ONU e de seus países-membros nos próximos anos. Os novos objetivos, 17 no total, vão desde o combate à pobreza, acesso à água potável e acesso à educação até a energia acessível a todos.

“Queremos chamar a atenção para as ações que aparentemente são pequenas, mas que dão resultados muito importantes. Nosso trabalho é praticamente invisível, mas somos uma das categorias mais sustentáveis da cidade”, afirmou Samuel Buiú, que participava da “carroceata” realizada pelos catadores de materiais recicláveis.

 

Editor Armando Cardoso

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