Economia criativa: com a crise apenas crie
Redação DM
Publicado em 26 de agosto de 2015 às 22:11 | Atualizado há 11 anosFalar de economia é uma ciência que se aprofunda em consumo de bens materiais. O conceito de economia engloba a noção de como as sociedades utilizam os recursos para produção de bens com valor e a forma como é feita a distribuição desses bens entre os indivíduos.
O desenvolvimento, à vontade nos induz ao progresso econômico sempre. Nesse contexto, temos a economia criativa que teoricamente são atividades na quais resultam em indivíduos exercitando a sua imaginação e explorando seu valor econômico.
Pode ser definida como processos que envolvam criação, produção e distribuição de produtos e serviços, usando o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos.
Podemos salientar que a economia criativa como um conceito emergente que trata da interface entre criatividade, cultura, economia e tecnologia em um mundo dominado pelas redes sociais, imagens, sons, e novidades é a adequação do futuro.
Atualmente em uma das nossas maiores dificuldades é a conscientização e debates a cerca do tema. O maior desafio é transformar pessoas criativas em empreendedoras, no sentido de alavancar e qualificar toda a economia.
Talento, novas idéias, dedicação são ações eu irão definir as tendências da economia criativa, a partir de uma idéia poderemos seguir para fazer a economia girar e alavancar e desenvolver projetos eu de fato vão contribuir economicamente para as cidades.
Com as mudanças sociais, com as novas perspectivas como a globalização, tecnologias digitais, modelos diferentes de consumo e com canais inovadores de distribuição, a criatividade virou o centro de diferenciação. Aquele que inova, inventa e reinventa está dentro do desenvolvimento literalmente.
Escassa ainda a valorização do profissional criativo, que muitas das vezes nem parece ser reconhecido, ou é até mesmo desconhecido. O mercado de Economia Criativa comporta segmentos da economia que estavam dispersos, criando um setor próprio, com políticas específicas e representatividade no bolo da economia tradicional.
Defendo piamente a transformação dos mercados no sentido de viabilizar melhoramentos para desenvolver a economia, afinal, ser criativo é também gerar empregos, gerar renda, contribuir para o desenvolvimento da economia local.
A economia criativa contribui com a riqueza cultural e econômica, necessitando também de políticas públicas para seu desempenho. Com determinação vamos seguir para contribuir com a grande inovação social, cultural e intelectual, além de econômica para nossas cidades.
(Lorena Ayres é advogada, articulista, comendadora e diretora na Aciag e AJE Aparecida de Goiânia)