Cotidiano

Morador sugere mudanças na Avenida 85

Redação DM

Publicado em 14 de julho de 2015 às 02:45 | Atualizado há 11 anos

O presidente da Comissão de Assuntos Fundiários e Segurança Rural da Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Arno Bruno Weis mora na região e transita pela avenida 85. Em sua opinião, a sinalização exposta no local é confusa e de difícil interpretação.

“Sabe-se que a faixa direita das três vias é para ônibus e as demais para outros veículos, então porque não colocar uma sinalização no estilo internacional com um desenho na circunferência vermelha de um veículo e/ou de ônibus no centro para identificar a pista que é devida”, diz, explicando que a placa citada custa entre  R$ R$ 500 a R$ 1 mil.

Quanto as mudanças realizadas pela Prefeitura de Goiânia, que alteraram o sentido de algumas ruas e proibiu conversões em alguns locais, Arno diz que em seu ponto de vista não ocorreu melhora no trânsito do local.

De acordo com ele, a interrupção dos acessos que levavam para a Avenida 136 e com a Avenida Ricardo Paranhos, provocou uma dificuldade, pois os motoristas precisam fazer o retorno a quase um quilometro a mais, provocando ainda mais congestionamento.

 

Motorista sugere alterações

Como sugestão, Arno Bruno Weis propôs uma abertura na lateral do canteiro para poder acessar da Avenida 85 com a Rua 137, incluindo uma sinaleira sincronizada com a Avenida 136. “Outra solução, que pode amenizar o trânsito de quem vem na Avenida Mutirão dobrando a direita na Rua T-55 é logo virar a esquerda nas ruas T-26 ou T-27 para acessar novamente a esquerda pela avenida T-10”, cita.

Outro caminho sugerido pelo presidente da Comissão de Assuntos Fundiários e Segurança Rural da Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Arno Bruno Weis, é seguir a direita na Rua T-55 e Rua T-27, pegar a Avenida T-10, podendo assim atravessar a Avenida Mutirão e em seguida a Avenida 85, tendo em acesso a rua 1126, entre a Avenida 136 e a Ricardo Paranhos,no Setor Marista. “Para isso é interessante expor em placas de sinalização”, afirma.

Órgãos de

trânsito

A fim de que as sugestões fossem colocadas em prática, o presidente procurou a Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT). No local, recebeu a informação de que o órgão não é responsável pela área e foi orientado a entrar em contato com a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC). “Eles vão dar uma estudada lá”, diz o presidente, informando a resposta recebida do órgão.

 

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