Governo cumpriu as metas fiscais de 2014
Redação DM
Publicado em 10 de abril de 2015 às 02:33 | Atualizado há 11 anosNa última quarta-feira, 8, o superintendente do Tesouro Estadual, Ivo Cézar Vilela, apresentou o balanço referente ao terceiro quadrimestre do ano passado na reunião da Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás.
De acordo com o superintendente, as metas estabelecidas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foram devidamente cumpridas. O Estado teve uma receita prevista de 19 bilhões de reais, sendo que a receita alcançada foi de R$ 18 bilhões. Levando-se em consideração os valores não repassados pelo governo federal e ainda as economias até 1º de abril deste ano, o que é permitido pela legislação.
O superintendente destacou que em 2014 houve crescimento na arrecadação das receitas tributárias (ICMS, IPVA, ITCD, IRRF e Taxas) em relação ao ano de 2013. Já a arrecadação bateu a quantia de R$ 10.465.488.993,00 em 2014. Superávit de 9,20% em comparação ao ano anterior. No ano de 2013 o total foi de R$ 9.583.797.530,00.
Porém houve queda no resultado nominal, o balanço apresentou números abaixo das estimativas para o 3º quadrimestre. A quantia alcançada foi de R$ 1.256.476.314,00 em 2014, sendo que em 2013 foi R$ 1.555.948.000,00. O resultado nominal é o balanço entre as receitas totais e as despesas totais, e corresponde à necessidade de financiamento do setor público (NFSP).
Ivo Cézar ainda ressaltou que a dívida consolidada do Estado está em redução e que o crescimento total está acima da média nacional. “A dívida consolidada de Goiás vem reduzindo a cada ano. Pode ser observado que, em 1997, a dívida consolidada era três vezes superior ao valor da receita, e hoje a dívida consolidada é menos do que uma vez menor. Nós conseguimos quitar a dívida do Estado em apenas onze meses, e a previsão é a de que até o final de 2016, esse número seja 50% menor. Outra coisa, Goiás registrou um crescimento total de 10% perante uma inflação de 6%, ou seja, nosso Estado cresceu praticamente 4% a mais que o resto do Brasil.”