Política

As mulheres na corrida presidencial brasileira

Redação DM

Publicado em 16 de dezembro de 2021 às 13:34 | Atualizado há 1 ano


Dilma Vana Rousseff (2010 e 2014)
Dilma foi a mulher que chegou mais longe na corrida presidencial. Filiada ao PT, a economista e política brasileira obteve 47 milhões de votos (46,91%) no primeiro turno das eleições de 2010. No segundo turno, Dilma angariou 55 milhões (56,05%), o que a levou a ser a primeira mulher presidente do Brasil e a 36ª presidente do país. Em 2014, Dilma foi reeleita com 43 milhões de votos (41,59%) no primeiro turno e 50 milhões (51,64%) no segundo. O mandato da presidente foi interrompido em 2016 por causa de um processo de impeachment, quando o seu vice assumiu o cargo.



Foto Oficial Presidenta Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho.

Vera Lucia Salgado (2018)
Antes de entrar para a corrida presidencial de 2018, Vera Lucia foi candidata a deputada federal nas eleições de 2006 e também esteve presente nas eleições de 2004, 2008, 2012 e 2016 na busca pela prefeita de Aracaju, entretanto nunca ter venceu nenhuma eleição. Filiada ao PSTU, Vera recebeu 55 mil votos (0,05% dos válidos) nas eleições de 2018, terminando em 11º lugar entre 13 candidaturas.



Luciana Krebs Genro (2014)
Antes de disputar a presidência, a advogada Luciana ocupou cargos políticos no Legislativo: deputada estadual (1994 e 1998) e deputada federal (2002 e 2006). Nas eleições de 2014, Luciana concorreu pelo partido que ajudou a fundar, o PSOL. No primeiro turno, a advogada obteve 1,6 milhão de votos (1,55% dos válidos), ocupando a quarta posição na corrida.



Dilma Vana Rousseff (2010 e 2014)
Dilma foi a mulher que chegou mais longe na corrida presidencial. Filiada ao PT, a economista e política brasileira obteve 47 milhões de votos (46,91%) no primeiro turno das eleições de 2010. No segundo turno, Dilma angariou 55 milhões (56,05%), o que a levou a ser a primeira mulher presidente do Brasil e a 36ª presidente do país. Em 2014, Dilma foi reeleita com 43 milhões de votos (41,59%) no primeiro turno e 50 milhões (51,64%) no segundo. O mandato da presidente foi interrompido em 2016 por causa de um processo de impeachment, quando o seu vice assumiu o cargo.



Foto Oficial Presidenta Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho.

Vera Lucia Salgado (2018)
Antes de entrar para a corrida presidencial de 2018, Vera Lucia foi candidata a deputada federal nas eleições de 2006 e também esteve presente nas eleições de 2004, 2008, 2012 e 2016 na busca pela prefeita de Aracaju, entretanto nunca ter venceu nenhuma eleição. Filiada ao PSTU, Vera recebeu 55 mil votos (0,05% dos válidos) nas eleições de 2018, terminando em 11º lugar entre 13 candidaturas.



Maria Osmarina da Silva Vaz de Lima (2010, 2014 e 2018)
Antes de disputar a cadeira presidencial, Maria Silva ocupou diversos cargos públicos. Ela foi vereadora de Rio Branco (1988), deputada estadual (1990), senadora (1995 e 2011) – o que, aos 36 anos, fez com que ela se tornasse a mais jovem senadora da história do país – e ministra do Meio Ambiente (2003 e 2008). Marina esteve presente em três corridas presidenciais. A primeira, em 2010, concorreu pelo Partido Verde (PV) e ficou em terceiro lugar com mais de 19 milhões de votos (19,33% dos válidos). Sua segunda tentativa foi nas eleições do ano seguinte. Com a morte de Eduardo Campos (PSB), Marina deixa sua posição de vice na chapa e passa a ser a candidata do PRB à presidência da República. Novamente, ela ficou na terceira posição, com mais de 22 milhões de votos dessa vez (21,32% dos válidos). Nas últimas eleições, Marina concorreu pela Rede Sustentabilidade e ficou na 8º posição com 1 milhão de votos (1% dos válidos).



Luciana Krebs Genro (2014)
Antes de disputar a presidência, a advogada Luciana ocupou cargos políticos no Legislativo: deputada estadual (1994 e 1998) e deputada federal (2002 e 2006). Nas eleições de 2014, Luciana concorreu pelo partido que ajudou a fundar, o PSOL. No primeiro turno, a advogada obteve 1,6 milhão de votos (1,55% dos válidos), ocupando a quarta posição na corrida.



Dilma Vana Rousseff (2010 e 2014)
Dilma foi a mulher que chegou mais longe na corrida presidencial. Filiada ao PT, a economista e política brasileira obteve 47 milhões de votos (46,91%) no primeiro turno das eleições de 2010. No segundo turno, Dilma angariou 55 milhões (56,05%), o que a levou a ser a primeira mulher presidente do Brasil e a 36ª presidente do país. Em 2014, Dilma foi reeleita com 43 milhões de votos (41,59%) no primeiro turno e 50 milhões (51,64%) no segundo. O mandato da presidente foi interrompido em 2016 por causa de um processo de impeachment, quando o seu vice assumiu o cargo.



Foto Oficial Presidenta Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho.

Vera Lucia Salgado (2018)
Antes de entrar para a corrida presidencial de 2018, Vera Lucia foi candidata a deputada federal nas eleições de 2006 e também esteve presente nas eleições de 2004, 2008, 2012 e 2016 na busca pela prefeita de Aracaju, entretanto nunca ter venceu nenhuma eleição. Filiada ao PSTU, Vera recebeu 55 mil votos (0,05% dos válidos) nas eleições de 2018, terminando em 11º lugar entre 13 candidaturas.



Heloísa Helena Lima de Moraes Carvalho (2006)
A Heloísa Helena na política vem de antes da corrida presidencial de 2006. A enfermeira e professora foi eleita em 1998 para o Senado Federal com 374 mil votos (22,53% dos válidos). Na época, filiada ao PT, ela foi a primeira senadora mulher da República por seu estado natal, Alagoas. Em 2004, Heloísa Helena foi uma das fundadoras do PSOL, partido que se uniu com o PSTU e PCB para formar a Frente de Esquerda, responsável por lançar sua candidatura nas eleições de 2006. Ao final do primeiro turno, a professora ficou na terceira posição com um total de 6,5 milhões de votos (6,85% dos válidos).



Maria Osmarina da Silva Vaz de Lima (2010, 2014 e 2018)
Antes de disputar a cadeira presidencial, Maria Silva ocupou diversos cargos públicos. Ela foi vereadora de Rio Branco (1988), deputada estadual (1990), senadora (1995 e 2011) – o que, aos 36 anos, fez com que ela se tornasse a mais jovem senadora da história do país – e ministra do Meio Ambiente (2003 e 2008). Marina esteve presente em três corridas presidenciais. A primeira, em 2010, concorreu pelo Partido Verde (PV) e ficou em terceiro lugar com mais de 19 milhões de votos (19,33% dos válidos). Sua segunda tentativa foi nas eleições do ano seguinte. Com a morte de Eduardo Campos (PSB), Marina deixa sua posição de vice na chapa e passa a ser a candidata do PRB à presidência da República. Novamente, ela ficou na terceira posição, com mais de 22 milhões de votos dessa vez (21,32% dos válidos). Nas últimas eleições, Marina concorreu pela Rede Sustentabilidade e ficou na 8º posição com 1 milhão de votos (1% dos válidos).



Luciana Krebs Genro (2014)
Antes de disputar a presidência, a advogada Luciana ocupou cargos políticos no Legislativo: deputada estadual (1994 e 1998) e deputada federal (2002 e 2006). Nas eleições de 2014, Luciana concorreu pelo partido que ajudou a fundar, o PSOL. No primeiro turno, a advogada obteve 1,6 milhão de votos (1,55% dos válidos), ocupando a quarta posição na corrida.



Dilma Vana Rousseff (2010 e 2014)
Dilma foi a mulher que chegou mais longe na corrida presidencial. Filiada ao PT, a economista e política brasileira obteve 47 milhões de votos (46,91%) no primeiro turno das eleições de 2010. No segundo turno, Dilma angariou 55 milhões (56,05%), o que a levou a ser a primeira mulher presidente do Brasil e a 36ª presidente do país. Em 2014, Dilma foi reeleita com 43 milhões de votos (41,59%) no primeiro turno e 50 milhões (51,64%) no segundo. O mandato da presidente foi interrompido em 2016 por causa de um processo de impeachment, quando o seu vice assumiu o cargo.



Foto Oficial Presidenta Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho.

Vera Lucia Salgado (2018)
Antes de entrar para a corrida presidencial de 2018, Vera Lucia foi candidata a deputada federal nas eleições de 2006 e também esteve presente nas eleições de 2004, 2008, 2012 e 2016 na busca pela prefeita de Aracaju, entretanto nunca ter venceu nenhuma eleição. Filiada ao PSTU, Vera recebeu 55 mil votos (0,05% dos válidos) nas eleições de 2018, terminando em 11º lugar entre 13 candidaturas.



Ana Maria Teixeira Rangel (2006)
A cientista política Ana Maria Rangel quase não participou da corrida eleitoral de 2006 por ter a sua candidatura impugnada pela sua sigla, o Partido Republicano Progressista (PRP). O embate começou após a candidata denunciar um suposto sistema de corrupção dentro do PRP. A candidata gravou uma reunião na qual Resende teria pedido R$ 14 milhões para garantir que o nome dela fosse o escolhido pela legenda. Nas eleições de 2006, Ana Maria terminou em quinto lugar no primeiro turno, com 126 mil votos (0,13% dos válidos).



Heloísa Helena Lima de Moraes Carvalho (2006)
A Heloísa Helena na política vem de antes da corrida presidencial de 2006. A enfermeira e professora foi eleita em 1998 para o Senado Federal com 374 mil votos (22,53% dos válidos). Na época, filiada ao PT, ela foi a primeira senadora mulher da República por seu estado natal, Alagoas. Em 2004, Heloísa Helena foi uma das fundadoras do PSOL, partido que se uniu com o PSTU e PCB para formar a Frente de Esquerda, responsável por lançar sua candidatura nas eleições de 2006. Ao final do primeiro turno, a professora ficou na terceira posição com um total de 6,5 milhões de votos (6,85% dos válidos).



Maria Osmarina da Silva Vaz de Lima (2010, 2014 e 2018)
Antes de disputar a cadeira presidencial, Maria Silva ocupou diversos cargos públicos. Ela foi vereadora de Rio Branco (1988), deputada estadual (1990), senadora (1995 e 2011) – o que, aos 36 anos, fez com que ela se tornasse a mais jovem senadora da história do país – e ministra do Meio Ambiente (2003 e 2008). Marina esteve presente em três corridas presidenciais. A primeira, em 2010, concorreu pelo Partido Verde (PV) e ficou em terceiro lugar com mais de 19 milhões de votos (19,33% dos válidos). Sua segunda tentativa foi nas eleições do ano seguinte. Com a morte de Eduardo Campos (PSB), Marina deixa sua posição de vice na chapa e passa a ser a candidata do PRB à presidência da República. Novamente, ela ficou na terceira posição, com mais de 22 milhões de votos dessa vez (21,32% dos válidos). Nas últimas eleições, Marina concorreu pela Rede Sustentabilidade e ficou na 8º posição com 1 milhão de votos (1% dos válidos).



Luciana Krebs Genro (2014)
Antes de disputar a presidência, a advogada Luciana ocupou cargos políticos no Legislativo: deputada estadual (1994 e 1998) e deputada federal (2002 e 2006). Nas eleições de 2014, Luciana concorreu pelo partido que ajudou a fundar, o PSOL. No primeiro turno, a advogada obteve 1,6 milhão de votos (1,55% dos válidos), ocupando a quarta posição na corrida.



Dilma Vana Rousseff (2010 e 2014)
Dilma foi a mulher que chegou mais longe na corrida presidencial. Filiada ao PT, a economista e política brasileira obteve 47 milhões de votos (46,91%) no primeiro turno das eleições de 2010. No segundo turno, Dilma angariou 55 milhões (56,05%), o que a levou a ser a primeira mulher presidente do Brasil e a 36ª presidente do país. Em 2014, Dilma foi reeleita com 43 milhões de votos (41,59%) no primeiro turno e 50 milhões (51,64%) no segundo. O mandato da presidente foi interrompido em 2016 por causa de um processo de impeachment, quando o seu vice assumiu o cargo.



Foto Oficial Presidenta Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho.

Vera Lucia Salgado (2018)
Antes de entrar para a corrida presidencial de 2018, Vera Lucia foi candidata a deputada federal nas eleições de 2006 e também esteve presente nas eleições de 2004, 2008, 2012 e 2016 na busca pela prefeita de Aracaju, entretanto nunca ter venceu nenhuma eleição. Filiada ao PSTU, Vera recebeu 55 mil votos (0,05% dos válidos) nas eleições de 2018, terminando em 11º lugar entre 13 candidaturas.



Thereza Tinajero Ruiz (1998)
A tentativa de Lívia abriu o caminho para outras políticas. A administradora de empresas Thereza Ruiz foi a segunda a se candidatar ao cargo presidencial. Thereza filiou-se ao Partido Trabalhista Nacional (PTN) e esteve na corrida da eleição de 1998. No primeiro turno, terminou na 10ª posição com 166 mil votos (0,25% dos válidos);



Ana Maria Teixeira Rangel (2006)
A cientista política Ana Maria Rangel quase não participou da corrida eleitoral de 2006 por ter a sua candidatura impugnada pela sua sigla, o Partido Republicano Progressista (PRP). O embate começou após a candidata denunciar um suposto sistema de corrupção dentro do PRP. A candidata gravou uma reunião na qual Resende teria pedido R$ 14 milhões para garantir que o nome dela fosse o escolhido pela legenda. Nas eleições de 2006, Ana Maria terminou em quinto lugar no primeiro turno, com 126 mil votos (0,13% dos válidos).



Heloísa Helena Lima de Moraes Carvalho (2006)
A Heloísa Helena na política vem de antes da corrida presidencial de 2006. A enfermeira e professora foi eleita em 1998 para o Senado Federal com 374 mil votos (22,53% dos válidos). Na época, filiada ao PT, ela foi a primeira senadora mulher da República por seu estado natal, Alagoas. Em 2004, Heloísa Helena foi uma das fundadoras do PSOL, partido que se uniu com o PSTU e PCB para formar a Frente de Esquerda, responsável por lançar sua candidatura nas eleições de 2006. Ao final do primeiro turno, a professora ficou na terceira posição com um total de 6,5 milhões de votos (6,85% dos válidos).



Maria Osmarina da Silva Vaz de Lima (2010, 2014 e 2018)
Antes de disputar a cadeira presidencial, Maria Silva ocupou diversos cargos públicos. Ela foi vereadora de Rio Branco (1988), deputada estadual (1990), senadora (1995 e 2011) – o que, aos 36 anos, fez com que ela se tornasse a mais jovem senadora da história do país – e ministra do Meio Ambiente (2003 e 2008). Marina esteve presente em três corridas presidenciais. A primeira, em 2010, concorreu pelo Partido Verde (PV) e ficou em terceiro lugar com mais de 19 milhões de votos (19,33% dos válidos). Sua segunda tentativa foi nas eleições do ano seguinte. Com a morte de Eduardo Campos (PSB), Marina deixa sua posição de vice na chapa e passa a ser a candidata do PRB à presidência da República. Novamente, ela ficou na terceira posição, com mais de 22 milhões de votos dessa vez (21,32% dos válidos). Nas últimas eleições, Marina concorreu pela Rede Sustentabilidade e ficou na 8º posição com 1 milhão de votos (1% dos válidos).



Luciana Krebs Genro (2014)
Antes de disputar a presidência, a advogada Luciana ocupou cargos políticos no Legislativo: deputada estadual (1994 e 1998) e deputada federal (2002 e 2006). Nas eleições de 2014, Luciana concorreu pelo partido que ajudou a fundar, o PSOL. No primeiro turno, a advogada obteve 1,6 milhão de votos (1,55% dos válidos), ocupando a quarta posição na corrida.



Dilma Vana Rousseff (2010 e 2014)
Dilma foi a mulher que chegou mais longe na corrida presidencial. Filiada ao PT, a economista e política brasileira obteve 47 milhões de votos (46,91%) no primeiro turno das eleições de 2010. No segundo turno, Dilma angariou 55 milhões (56,05%), o que a levou a ser a primeira mulher presidente do Brasil e a 36ª presidente do país. Em 2014, Dilma foi reeleita com 43 milhões de votos (41,59%) no primeiro turno e 50 milhões (51,64%) no segundo. O mandato da presidente foi interrompido em 2016 por causa de um processo de impeachment, quando o seu vice assumiu o cargo.



Foto Oficial Presidenta Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho.

Vera Lucia Salgado (2018)
Antes de entrar para a corrida presidencial de 2018, Vera Lucia foi candidata a deputada federal nas eleições de 2006 e também esteve presente nas eleições de 2004, 2008, 2012 e 2016 na busca pela prefeita de Aracaju, entretanto nunca ter venceu nenhuma eleição. Filiada ao PSTU, Vera recebeu 55 mil votos (0,05% dos válidos) nas eleições de 2018, terminando em 11º lugar entre 13 candidaturas.



Relembre quem foram as mulheres que estiveram presentes nas corridas presidenciais

Lívia Maria Ledo Pio de Abreu (1989)
Depois de 30 anos sem eleições diretas para a presidência da República, 22 candidatos se apresentaram para concorrer à cadeira presidencial em 1989: uma delas foi Lívia Maria Pio. A advogada foi a primeira mulher no Brasil a se candidatar ao cargo de Presidente da República e tinha, naquela época, 30 segundos de propaganda política na TV para convocar as brasileiras a mudarem o destino do País. Filiada ao Partido Nacionalista (PN), Lívia Maria terminou o primeiro turno em 16º lugar, com cerca de 180 mil votos (0,25% dos válidos).



Thereza Tinajero Ruiz (1998)
A tentativa de Lívia abriu o caminho para outras políticas. A administradora de empresas Thereza Ruiz foi a segunda a se candidatar ao cargo presidencial. Thereza filiou-se ao Partido Trabalhista Nacional (PTN) e esteve na corrida da eleição de 1998. No primeiro turno, terminou na 10ª posição com 166 mil votos (0,25% dos válidos);



Ana Maria Teixeira Rangel (2006)
A cientista política Ana Maria Rangel quase não participou da corrida eleitoral de 2006 por ter a sua candidatura impugnada pela sua sigla, o Partido Republicano Progressista (PRP). O embate começou após a candidata denunciar um suposto sistema de corrupção dentro do PRP. A candidata gravou uma reunião na qual Resende teria pedido R$ 14 milhões para garantir que o nome dela fosse o escolhido pela legenda. Nas eleições de 2006, Ana Maria terminou em quinto lugar no primeiro turno, com 126 mil votos (0,13% dos válidos).



Heloísa Helena Lima de Moraes Carvalho (2006)
A Heloísa Helena na política vem de antes da corrida presidencial de 2006. A enfermeira e professora foi eleita em 1998 para o Senado Federal com 374 mil votos (22,53% dos válidos). Na época, filiada ao PT, ela foi a primeira senadora mulher da República por seu estado natal, Alagoas. Em 2004, Heloísa Helena foi uma das fundadoras do PSOL, partido que se uniu com o PSTU e PCB para formar a Frente de Esquerda, responsável por lançar sua candidatura nas eleições de 2006. Ao final do primeiro turno, a professora ficou na terceira posição com um total de 6,5 milhões de votos (6,85% dos válidos).



Maria Osmarina da Silva Vaz de Lima (2010, 2014 e 2018)
Antes de disputar a cadeira presidencial, Maria Silva ocupou diversos cargos públicos. Ela foi vereadora de Rio Branco (1988), deputada estadual (1990), senadora (1995 e 2011) – o que, aos 36 anos, fez com que ela se tornasse a mais jovem senadora da história do país – e ministra do Meio Ambiente (2003 e 2008). Marina esteve presente em três corridas presidenciais. A primeira, em 2010, concorreu pelo Partido Verde (PV) e ficou em terceiro lugar com mais de 19 milhões de votos (19,33% dos válidos). Sua segunda tentativa foi nas eleições do ano seguinte. Com a morte de Eduardo Campos (PSB), Marina deixa sua posição de vice na chapa e passa a ser a candidata do PRB à presidência da República. Novamente, ela ficou na terceira posição, com mais de 22 milhões de votos dessa vez (21,32% dos válidos). Nas últimas eleições, Marina concorreu pela Rede Sustentabilidade e ficou na 8º posição com 1 milhão de votos (1% dos válidos).



Luciana Krebs Genro (2014)
Antes de disputar a presidência, a advogada Luciana ocupou cargos políticos no Legislativo: deputada estadual (1994 e 1998) e deputada federal (2002 e 2006). Nas eleições de 2014, Luciana concorreu pelo partido que ajudou a fundar, o PSOL. No primeiro turno, a advogada obteve 1,6 milhão de votos (1,55% dos válidos), ocupando a quarta posição na corrida.



Dilma Vana Rousseff (2010 e 2014)
Dilma foi a mulher que chegou mais longe na corrida presidencial. Filiada ao PT, a economista e política brasileira obteve 47 milhões de votos (46,91%) no primeiro turno das eleições de 2010. No segundo turno, Dilma angariou 55 milhões (56,05%), o que a levou a ser a primeira mulher presidente do Brasil e a 36ª presidente do país. Em 2014, Dilma foi reeleita com 43 milhões de votos (41,59%) no primeiro turno e 50 milhões (51,64%) no segundo. O mandato da presidente foi interrompido em 2016 por causa de um processo de impeachment, quando o seu vice assumiu o cargo.



Foto Oficial Presidenta Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho.

Vera Lucia Salgado (2018)
Antes de entrar para a corrida presidencial de 2018, Vera Lucia foi candidata a deputada federal nas eleições de 2006 e também esteve presente nas eleições de 2004, 2008, 2012 e 2016 na busca pela prefeita de Aracaju, entretanto nunca ter venceu nenhuma eleição. Filiada ao PSTU, Vera recebeu 55 mil votos (0,05% dos válidos) nas eleições de 2018, terminando em 11º lugar entre 13 candidaturas.



O MDB lançou a primeira pré-candidatura feminina para as eleições presidenciais de 2022. A senadora Simone Tebet (MS) será a aposta da sigla para a disputa da corrida presidencial. Até agora única mulher na corrida, Simone tem como desafio desvincular-se da imagem de “vice”, destinada a compor chapa com outro nome mais competitivo de acordo com as pesquisas de intenção de voto.

Simone é filha do político Ramez Tebet (1936 – 2006), também senador, tendo inclusive presidido a Casa entre 2001 e 2003. Ela tem 51 anos e já foi deputada estadual, prefeita e vice-governadora em seu Estado, o Mato Grosso do Sul. É casada com o deputado estadual Eduardo Rocha (MDB), com quem tem duas filhas.

Tebet ganhou destaque durante a Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid, onde demarcou seu posicionamento de oposição ao presidente Jair Bolsonaro. A senadora defendeu a abertura de processo de impeachment do presidente.

Tebet é a nona mulher a concorrer ao cargo de Presidência da República desde a redemocratização brasileira.



Relembre quem foram as mulheres que estiveram presentes nas corridas presidenciais

Lívia Maria Ledo Pio de Abreu (1989)
Depois de 30 anos sem eleições diretas para a presidência da República, 22 candidatos se apresentaram para concorrer à cadeira presidencial em 1989: uma delas foi Lívia Maria Pio. A advogada foi a primeira mulher no Brasil a se candidatar ao cargo de Presidente da República e tinha, naquela época, 30 segundos de propaganda política na TV para convocar as brasileiras a mudarem o destino do País. Filiada ao Partido Nacionalista (PN), Lívia Maria terminou o primeiro turno em 16º lugar, com cerca de 180 mil votos (0,25% dos válidos).



Thereza Tinajero Ruiz (1998)
A tentativa de Lívia abriu o caminho para outras políticas. A administradora de empresas Thereza Ruiz foi a segunda a se candidatar ao cargo presidencial. Thereza filiou-se ao Partido Trabalhista Nacional (PTN) e esteve na corrida da eleição de 1998. No primeiro turno, terminou na 10ª posição com 166 mil votos (0,25% dos válidos);



Ana Maria Teixeira Rangel (2006)
A cientista política Ana Maria Rangel quase não participou da corrida eleitoral de 2006 por ter a sua candidatura impugnada pela sua sigla, o Partido Republicano Progressista (PRP). O embate começou após a candidata denunciar um suposto sistema de corrupção dentro do PRP. A candidata gravou uma reunião na qual Resende teria pedido R$ 14 milhões para garantir que o nome dela fosse o escolhido pela legenda. Nas eleições de 2006, Ana Maria terminou em quinto lugar no primeiro turno, com 126 mil votos (0,13% dos válidos).



Heloísa Helena Lima de Moraes Carvalho (2006)
A Heloísa Helena na política vem de antes da corrida presidencial de 2006. A enfermeira e professora foi eleita em 1998 para o Senado Federal com 374 mil votos (22,53% dos válidos). Na época, filiada ao PT, ela foi a primeira senadora mulher da República por seu estado natal, Alagoas. Em 2004, Heloísa Helena foi uma das fundadoras do PSOL, partido que se uniu com o PSTU e PCB para formar a Frente de Esquerda, responsável por lançar sua candidatura nas eleições de 2006. Ao final do primeiro turno, a professora ficou na terceira posição com um total de 6,5 milhões de votos (6,85% dos válidos).



Maria Osmarina da Silva Vaz de Lima (2010, 2014 e 2018)
Antes de disputar a cadeira presidencial, Maria Silva ocupou diversos cargos públicos. Ela foi vereadora de Rio Branco (1988), deputada estadual (1990), senadora (1995 e 2011) – o que, aos 36 anos, fez com que ela se tornasse a mais jovem senadora da história do país – e ministra do Meio Ambiente (2003 e 2008). Marina esteve presente em três corridas presidenciais. A primeira, em 2010, concorreu pelo Partido Verde (PV) e ficou em terceiro lugar com mais de 19 milhões de votos (19,33% dos válidos). Sua segunda tentativa foi nas eleições do ano seguinte. Com a morte de Eduardo Campos (PSB), Marina deixa sua posição de vice na chapa e passa a ser a candidata do PRB à presidência da República. Novamente, ela ficou na terceira posição, com mais de 22 milhões de votos dessa vez (21,32% dos válidos). Nas últimas eleições, Marina concorreu pela Rede Sustentabilidade e ficou na 8º posição com 1 milhão de votos (1% dos válidos).



Luciana Krebs Genro (2014)
Antes de disputar a presidência, a advogada Luciana ocupou cargos políticos no Legislativo: deputada estadual (1994 e 1998) e deputada federal (2002 e 2006). Nas eleições de 2014, Luciana concorreu pelo partido que ajudou a fundar, o PSOL. No primeiro turno, a advogada obteve 1,6 milhão de votos (1,55% dos válidos), ocupando a quarta posição na corrida.



Dilma Vana Rousseff (2010 e 2014)
Dilma foi a mulher que chegou mais longe na corrida presidencial. Filiada ao PT, a economista e política brasileira obteve 47 milhões de votos (46,91%) no primeiro turno das eleições de 2010. No segundo turno, Dilma angariou 55 milhões (56,05%), o que a levou a ser a primeira mulher presidente do Brasil e a 36ª presidente do país. Em 2014, Dilma foi reeleita com 43 milhões de votos (41,59%) no primeiro turno e 50 milhões (51,64%) no segundo. O mandato da presidente foi interrompido em 2016 por causa de um processo de impeachment, quando o seu vice assumiu o cargo.



Foto Oficial Presidenta Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho.

Vera Lucia Salgado (2018)
Antes de entrar para a corrida presidencial de 2018, Vera Lucia foi candidata a deputada federal nas eleições de 2006 e também esteve presente nas eleições de 2004, 2008, 2012 e 2016 na busca pela prefeita de Aracaju, entretanto nunca ter venceu nenhuma eleição. Filiada ao PSTU, Vera recebeu 55 mil votos (0,05% dos válidos) nas eleições de 2018, terminando em 11º lugar entre 13 candidaturas.


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