“Tenho três alternativas: estar preso, ser morto ou a vitória”
Redação DM
Publicado em 30 de agosto de 2021 às 11:21 | Atualizado há 2 anos

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), cumpriu agenda, sábado (28/8), em Goiânia (GO), onde participou do Encontro Fraternal de Líderes Religiosos. Antes do início do evento, o chefe do Executivo optou por falar, sem a utilização da máscara, com apoiadores.
Imagens mostram Jair Bolsonaro no momento em que parou a comitiva para cumprimentar os apoiadores que o aguardavam na chegada à Igreja Assembleia de Deus, localizada no Setor Campinas. O Presidente desceu do carro, abraçou apoiadores que estavam aglomerados no local e chegou a pegar uma criança no colo. Bolsonaro tomou caldo de cana numa barraca que estava próxima ao local e seguiu tirando fotos com as pessoas. Ao sair para entrar no espaço restrito aos convidados para o evento, ele seguiu em pé na porta do veículo, com metade do corpo para fora e acenando em direção aos militantes.
Ronaldo Caiado: “Não tenho que controlar opinião de ninguém”
Sobre as críticas do presidente Jair Bolsonaro aos governadores pelas medidas de combate á Covid-19, o governador Ronaldo Caiado (DEM) disse não ter “como controlar a opinião de ninguém.”
Questionado se ficou incomodado com o discurso, Caiado respondeu: “Acho que cada um tem uma visão, tá certo? A interpretação dele é a dele, e a minha é a minha. Cada um tem uma maneira de pensar a maneira de combater o vírus.”
Bolsonaro voltou a atribuir a governadores e prefeitos a culpa pela crise econômica do País, devido ao fechamento de atividades econômicas durante 2020, protocolo recomendado por especialistas para conter o avanço do vírus. “Todos nós nos preocupamos com o vírus, mas a fome e a miséria também matam. Muitos tripudiaram desse discurso. Retiraram o emprego de muita gente. Proibiram de frequentar igrejas. Não quero generalizar, mas era objetivo de alguns quebrar o governo pela economia. Não conseguiram”, relatou o presidente.
Ronaldo Caiado participou da recepção a Jair Bolsonaro no aeroporto de Goiânia, sexta-feira, compareceu à cerimônia de transferência do comando da Operação Especial da Brigada do Exército, foi ao culto organizado pelo movimento evangélico. O governador não participou da motociata nem do encontro do presidente com lideranças evangélicas, políticos e empresários.
Presidente se reúne com apoiadores em Goiânia

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), cumpriu agenda, sábado (28/8), em Goiânia (GO), onde participou do Encontro Fraternal de Líderes Religiosos. Antes do início do evento, o chefe do Executivo optou por falar, sem a utilização da máscara, com apoiadores.
Imagens mostram Jair Bolsonaro no momento em que parou a comitiva para cumprimentar os apoiadores que o aguardavam na chegada à Igreja Assembleia de Deus, localizada no Setor Campinas. O Presidente desceu do carro, abraçou apoiadores que estavam aglomerados no local e chegou a pegar uma criança no colo. Bolsonaro tomou caldo de cana numa barraca que estava próxima ao local e seguiu tirando fotos com as pessoas. Ao sair para entrar no espaço restrito aos convidados para o evento, ele seguiu em pé na porta do veículo, com metade do corpo para fora e acenando em direção aos militantes.
Ronaldo Caiado: “Não tenho que controlar opinião de ninguém”
Sobre as críticas do presidente Jair Bolsonaro aos governadores pelas medidas de combate á Covid-19, o governador Ronaldo Caiado (DEM) disse não ter “como controlar a opinião de ninguém.”
Questionado se ficou incomodado com o discurso, Caiado respondeu: “Acho que cada um tem uma visão, tá certo? A interpretação dele é a dele, e a minha é a minha. Cada um tem uma maneira de pensar a maneira de combater o vírus.”
Bolsonaro voltou a atribuir a governadores e prefeitos a culpa pela crise econômica do País, devido ao fechamento de atividades econômicas durante 2020, protocolo recomendado por especialistas para conter o avanço do vírus. “Todos nós nos preocupamos com o vírus, mas a fome e a miséria também matam. Muitos tripudiaram desse discurso. Retiraram o emprego de muita gente. Proibiram de frequentar igrejas. Não quero generalizar, mas era objetivo de alguns quebrar o governo pela economia. Não conseguiram”, relatou o presidente.
Ronaldo Caiado participou da recepção a Jair Bolsonaro no aeroporto de Goiânia, sexta-feira, compareceu à cerimônia de transferência do comando da Operação Especial da Brigada do Exército, foi ao culto organizado pelo movimento evangélico. O governador não participou da motociata nem do encontro do presidente com lideranças evangélicas, políticos e empresários.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) avaliou ter apenas três alternativas de futuro: “Estar preso, ser morto ou a vitória”, em referência às eleições de 2022. “Podem ter certeza: a primeira alternativa, preso, não existe”, acrescentou. O comentário do chefe do Executivo fez parte de um discurso de cerca de 20 minutos durante evento com a base evangélica em Goiânia, sábado (28), no qual, além de voltar a criticar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e medidas de isolamento social na pandemia, afirmou não desejar “rupturas”, mas que “tudo tem um limite”. O governador Ronaldo Caiado (DEM) participou do evento.
Na fala, o presidente também reafirmou presença em Brasília e São Paulo nos atos de 8 de Setembro. Bolsonaro usou sua participação no 1º Encontro Fraternal de Líderes Evangélicos, para convocar os apoiadores a participarem das manifestações pelo Dia da Independência. Além de policiais militares, os atos em apoio ao governo federal marcados para 7 de Setembro mobilizam grupos do “bolsonarismo raiz”: evangélicos, ruralistas e caminhoneiros.
“Sei que a grande maioria dos líderes evangélicos vai participar desse movimento de 7 de Setembro, e assim tem que fazê-lo. Está garantido em nossa Constituição. Espero que não queiram tomar medidas para conter esse movimento. A liberdade de se manifestar, vedado o anonimato, está garantido em nossa Constituição. Não depende de regulamentação. O Brasil precisa de paz, de tranquilidade, para poder prosseguir”, afirmou.
Conspiração
Bolsonaro voltou a sugerir uma conspiração por parte de seus adversários políticos para tirá-lo da Presidência: “A abstinência do dinheiro fácil os torna belicosos, os fazem reunir, os fazem conspirar. Digo uma coisa a eles: Deus me colocou aqui, e somente Deus me tira daqui”, afirmou. Em seguida, ironizou as acusações de que pretende dar um golpe de Estado. “Eu já sou presidente. Vou dar um golpe em mim mesmo?”, disse Bolsonaro, que foi ovacionado pela plateia.
Bolsonaro também voltou a atacar governadores em sua fala na igreja neste sábado. De acordo com o presidente, o governo se preocupou com “o vírus”, apesar de ter ignorado ofertas de vacinas e ter sido contra medidas de combate à pandemia, como o uso de máscaras — apenas Bolsonaro, o ministro da Secretaria-geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos e o deputado Vitor Hugo (PSL) estavam sem máscaras entre as autoridades presentes no culto.
Segundo ele, o fechamento das atividades econômicas foi um erro. “A fome e a miséria também matam. Muitos tripudiaram desse discurso. Retiraram o emprego de muita gente. Proibiram de frequentar igrejas. Não quero generalizar, mas era objetivo de alguns quebrar o governo pela economia. Não conseguiram”, relatou.
Bolsonaro ainda pediu para que os presentes — cerca de 800 pessoas — levantassem as mãos se já tivessem tido Covid-19 e tomado cloroquina ou ivermectina. A maioria levantou as mãos em sinal de concordância com ele. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou que o uso desse tipo de medicamento não apenas não funciona contra a Covid-19, como pode causar efeitos adversos.
Agendas
Essa foi a terceira agenda do presidente em Goiânia, que esteve na capital desde ontem, quando participou de troca de comando no Exército e de uma ‘motociata’ com apoiadores, sendo apenas a primeira um compromisso oficial.
O evento deste sábado foi realizado na igreja Assembleia de Deus Campinas, ministério presidido pelo bispo Oídes do Carmo, irmão do presidente do PSC em Goiás, Eurípedes do Carmo, senador Luiz do Carmo (MDB), deputado federal Glaustin da Fokus (PSC), mas contou também com líderes evangélicos de outras denominações, como Videira e Luz para os Povos.
Presidente se reúne com apoiadores em Goiânia

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), cumpriu agenda, sábado (28/8), em Goiânia (GO), onde participou do Encontro Fraternal de Líderes Religiosos. Antes do início do evento, o chefe do Executivo optou por falar, sem a utilização da máscara, com apoiadores.
Imagens mostram Jair Bolsonaro no momento em que parou a comitiva para cumprimentar os apoiadores que o aguardavam na chegada à Igreja Assembleia de Deus, localizada no Setor Campinas. O Presidente desceu do carro, abraçou apoiadores que estavam aglomerados no local e chegou a pegar uma criança no colo. Bolsonaro tomou caldo de cana numa barraca que estava próxima ao local e seguiu tirando fotos com as pessoas. Ao sair para entrar no espaço restrito aos convidados para o evento, ele seguiu em pé na porta do veículo, com metade do corpo para fora e acenando em direção aos militantes.
Ronaldo Caiado: “Não tenho que controlar opinião de ninguém”
Sobre as críticas do presidente Jair Bolsonaro aos governadores pelas medidas de combate á Covid-19, o governador Ronaldo Caiado (DEM) disse não ter “como controlar a opinião de ninguém.”
Questionado se ficou incomodado com o discurso, Caiado respondeu: “Acho que cada um tem uma visão, tá certo? A interpretação dele é a dele, e a minha é a minha. Cada um tem uma maneira de pensar a maneira de combater o vírus.”
Bolsonaro voltou a atribuir a governadores e prefeitos a culpa pela crise econômica do País, devido ao fechamento de atividades econômicas durante 2020, protocolo recomendado por especialistas para conter o avanço do vírus. “Todos nós nos preocupamos com o vírus, mas a fome e a miséria também matam. Muitos tripudiaram desse discurso. Retiraram o emprego de muita gente. Proibiram de frequentar igrejas. Não quero generalizar, mas era objetivo de alguns quebrar o governo pela economia. Não conseguiram”, relatou o presidente.
Ronaldo Caiado participou da recepção a Jair Bolsonaro no aeroporto de Goiânia, sexta-feira, compareceu à cerimônia de transferência do comando da Operação Especial da Brigada do Exército, foi ao culto organizado pelo movimento evangélico. O governador não participou da motociata nem do encontro do presidente com lideranças evangélicas, políticos e empresários.