Paixão, Claudeko!
Redação DM
Publicado em 7 de janeiro de 2016 às 22:09 | Atualizado há 10 anos
Ninguém nasce para ninguém, porque são as circunstâncias as unidoras de uns aos outros, porém há aquelas que são temporárias, outras são eternamente; uns firmemente mais que outros! Apenas sei de mim.
Vá, minha Musa inspiradora, por onde for e até por caminhos tortuosos, eu lhe espero; nossos caminhos são circulares e quando me encontrar de novo, se ainda restar fôlego em mim, aceito os restos de si. Minha “filha pródiga”, talvez devesse agora me chamar Vânio ou Vanuso, pois tenho tudo a ver com a esperança doentia que não sara.
Quem sabe queira ser convencida de meus desejos, cativada por um bom cavalheiro, ou ainda um joguinho, um charme que seja! É só abrir o coração e ver, já estou em meu limite, e se é pouco, some com o seu, todo restante para me doar: compreensão! Ou vai querer me ver o tempo todo nessa vidinha vegetativa por escolha! Quer queira ou não, se não agora, quando morrer serei a eterna vítima de seus caprichos, morri de saudade e apenas servirei de adubo no jardim da vizinha, pois não saio daqui.
(Claudeci Ferreira de Andrade, pós-graduado em Língua Portuguesa, licenciado em Letras, bacharel em Teologia, professor de filosofia, gramática e redação em Senador Canedo)