Cotidiano

Obama anuncia ações para conter violência armada: ‘Temos que evitar os próximos massacres’

Redação DM

Publicado em 5 de janeiro de 2016 às 01:11 | Atualizado há 11 anos

WASHINGTON — Em mais um capítulo da briga de Barack Obama para o controle de armas de fogo nos Estados Unidos, o presidente anunciou nesta terça-feira uma série de medidas para combater a violência armada no país. Em uma discurso na Casa Branca, as ações divulgadas pelo líder americano focam em uma maior fiscalização nas vendas dos armamentos e na redução regulamentação da venda de armas e na redução da ilegalidade.

— Todos os anos, as vidas de mais 30 mil americanos são tiradas por causa da violência armadas. Milhares de americanos têm que enterrar seus entes queridos — disse Obama. — É preciso um senso de urgência para debater o assunto, porque as pessoas estão morrendo. E as desculpas usadas não valem mais. Não devemos debater os massacres antigos, mas para prevenir os próximos.

Durante a cerimônia, o pai de de uma das vítimas do ataque à escola primária de Sandy Hook, em 2012, discursou.

— Todos as mortes provocadas por armas podem ser evitadas. Essa é uma luta que o presidente não pode lutar sozinho, e nós precisamos de sua ajuda, precisamos da ajuda de todos — disse Mark Barden.

As propostas – apresentadas a Obama, no domingo, pela Procuradora-Geral Loretta Lynch na Casa Branca – poderão enrijecer as regras aos vendedores de armas e reprimir as compras nas quais os os indivíduos potencialmente suspeitos compram armas através de um intermediário.

A principal medida visa generalizar a obrigatoriedade de uma estrita revisão dos antecedentes criminais e do estado psiquiátrico de qualquer pessoa que queira comprar uma arma. A administração também espera definir mais claramente quem pode ser considerado um vendedor legal de armamento, impondo uma licença às vendas de armas pela Internet e por outros meios.

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