Esportes

Ações trabalhistas podem prejudicar Tigre

Redação DM

Publicado em 9 de abril de 2016 às 02:46 | Atualizado há 10 anos

Em 2014, tudo que poderia acontecer de ruim para um clube aconteceu para o Vila Nova. O time foi rebaixado no campeonato estadual, rebaixado no Campeonato Brasileiro da Série B e ainda recebeu vários processos na Justiça por questões trabalhistas.

Um deles, o do volante Radamés, foi o mais pesado. O jogador exige verbas rescisórias e salários que não foram pagos. Não bastasse tudo isso, ele ainda alegou danos morais e exige também uma indenização. No total, esse processo girava em torno de R$ 350 mil a R$ 400 mil.

O processo foi julgado e o Vila Nova terá que desembolsar a quantia de R$ 60 mil. Entretanto o departamento jurídico vai recorrer para tentar diminuir esse valor.

Paulo Henrique Pinheiro é o advogado colorado que está a frente dessa causa.  “Nós entendemos que esses valores não são devidos a eles e já manejamos os recursos adequados. É uma ação que até iniciar a fase de execução nós acreditamos que conseguiremos levá-la a um prazo de cinco a seis anos”, comentou.

Outro processo que também incomoda muito o bolso do Vila é a do treinador Márcio Azevedo. Ele alega que não recebeu alguns meses de salário e que foi demitido.

Somando todo o processo de salário e a rescisão, o processo gira em torno de R$ 200 mil a R$ 250 mil. A contraproposta feita pelo clube foi de R$ 25 mil e não foi aceita.

Paulo Pinheiro comentou: “Ele pediu demissão. Ele saiu do Vila porque recebeu uma boa proposta do Cuiabá e se apresentou no outro dia. A única reação que o Vila estava tendo foi no seu comando e não faria sentido dispensá-lo”.

Tags

Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia