Motorista de aplicativo relata como foi preso e quase condenado como cúmplice de assalto
Redação Online
Publicado em 28 de dezembro de 2025 às 15:09 | Atualizado há 6 meses
Ele foi preso na hora como suposto cúmplice do assalto que o passageiro havia cometido durante a parada
O motorista de aplicativo Antônio Neto viralizou ao relatar como uma corrida particular em Goiânia, durante a pandemia de 2020, quase o levou a 20 anos de prisão. O passageiro que ele transportou, após fazer uma parada, voltou ao carro apontando uma arma e ordenou que fugissem.
Durante a fuga, o passageiro atirou contra um veículo HB20 que os perseguia. Antônio, em pânico, dirigiu de volta ao local de origem, onde foi cercado por quatro viaturas policiais. Ele imediatamente se identificou como motorista de aplicativo.
Na abordagem, os policiais pediram o comprovante da corrida. Como o serviço foi acertado particularmente por R$ 50, sem uso do aplicativo, Antônio não tinha o registro. Ele foi preso na hora como suposto cúmplice do assalto que o passageiro havia cometido durante a parada.
O tiro disparado durante a perseguição enquadrou o caso como tentativa de latrocínio, crime com pena severa. Antônio só conseguiu provar sua inocência após perícias e o depoimento da verdadeira vítima do assalto, que confirmou que ele não fazia parte do crime.
O relato, publicado nas redes sociais pelo perfil @oantonionetoo, viralizou e serve como alerta para outros motoristas sobre os riscos de aceitar corridas fora dos aplicativos, especialmente sem qualquer tipo de registro ou comprovação.
Foto e Vídeo: @oantonionetoo