Cotidiano

Dobra número de mortes durante o Natal nas rodovias federais que cortam Goiás

Redação Online

Publicado em 29 de dezembro de 2025 às 07:38 | Atualizado há 5 meses

Divulgação PRF
Divulgação PRF

O número de mortes durante a Operação Rodovida Natal 2025, dobrou em comparação com o mesmo período do ano passado, é o que mostra o balanço da ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF). De acordo com os dados divulgados entre os dias 23 e 28 de dezembro deste ano, a polícia registrou 52 acidentes com 48 feridos e oitos mortes.

Os números apresentam um aumento em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 46 acidentes, 57 feridos e quatro mortes nas rodovias federais que cortam Goiás.

Vale lembrar que durante toda a operação os agentes intensificaram a fiscalização no estado e registraram 1.761 infrações de trânsito sendo 305 ultrapassagens em locais proibidos, 37 motoristas autuados por embriaguez ao volante, 121 registro por falta do uso do cinto de segurança ou dispostivos de retenção para crianças.

Excesso de velocidade

Segundo os dados divulgados pela PRF, o excesso de velocidade segue como uma das principais razões de acidentes graves e chamou a atenção durante o período. Os agentes identificaram 2.300 motoristas que trafegavam pelas rodovias acima do limite de velocidade permitido.

A PRF concentrou a fiscalização durante a operação em pontos críticos como a BR-060 em Anápolis, com o uso por exemplo de radares que flagraram os motorista acima do limite de velocidade; outro ponto foi na BR-153 em Jaraguá, em que um caminhoneiro foi abordado devido ao mau estado de conservação do veículo.

Ano Novo

A PRF reforça o estado de atenção nas rodovias federais em Goiás com a proximidade do feriado de ano novo e que o aumento de fluxo de veículos para destinos turísticos no estado e confraternizações no réveillon. As ações da polícia também vão ser intensificadas com fiscalização e orientação, principamente no combate ao excesso de velocidade, ultrapassagens proibidas, embriaguez ao volante e a falta do uso de dispositivos de segurança como cinto de segurança ou cadeirinha para o transporte de crianças,

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