Família é feita refém durante invasão em casa na zona sul de São Paulo
Fernando Henrique - Estágio DM
Publicado em 19 de maio de 2026 às 09:19 | Atualizado há 2 meses
Polícia Militar prendeu dois suspeitos após invasão a residência na Cidade Dutra, na zona sul de São Paulo | Foto: Reprodução/TV Record
Homens armados invadiram uma residência na noite desta segunda-feira (18) e mantiveram uma família refém na região da Cidade Dutra, na zona sul de São Paulo.
A ação criminosa começou por volta das 22h, quando um comerciante chegava em casa e foi surpreendido pelos suspeitos. A movimentação dentro do imóvel levantou suspeitas entre vizinhos, que acionaram a Polícia Militar.
Criminosos exigiam dinheiro e joias
Durante o assalto, os invasores ameaçaram os moradores e exigiram dinheiro e objetos de valor. O comerciante afirmou que foi agredido com coronhadas enquanto tentava obedecer às ordens do grupo.
“Eles diziam que, se não aparecesse dinheiro e joias, alguém seria morto. Acabei sendo agredido várias vezes na cabeça”, contou a vítima à TV Globo, sem se identificar.
O homem também relatou o medo vivido durante a invasão, principalmente pelas ameaças direcionadas aos filhos.
“Naquele momento eu só pensava que algo pior poderia acontecer. Foi desesperador”, afirmou.
Tentativa de fuga mobilizou policiais
Com a chegada da polícia ao local, um dos criminosos tentou escapar abordando um motorista que passava pela rua. Segundo a testemunha, o suspeito bateu armado no vidro do veículo e ordenou que fosse retirado dali.
O motorista chegou a dirigir alguns metros, mas a fuga foi interrompida após a aproximação das viaturas da PM.
Dois suspeitos foram presos em flagrante. Outros envolvidos conseguiram fugir e ainda são procurados pelas autoridades.
Grupo monitorava rotina da família
De acordo com a Polícia Militar, um dos detidos revelou que os criminosos já observavam a rotina da família antes da invasão. O grupo acreditava que havia uma quantia elevada em dinheiro guardada na residência.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo foi procurada para comentar o caso, mas não havia se pronunciado até a última atualização desta matéria. (UOL/FOLHAPRESS)