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Brasil inicia novo ciclo rumo a 2030 com renovação e desafios para Ancelotti

Heloysa Camilo - Estágio DM

Publicado em 6 de julho de 2026 às 08:58 | Atualizado há 2 horas

Jovens como Endrick, Rayan e Vitor Reis aparecem entre os nomes que podem ganhar mais espaço no novo ciclo da Amarelinha | Foto:  Rafael Ribeiro/CBF
Jovens como Endrick, Rayan e Vitor Reis aparecem entre os nomes que podem ganhar mais espaço no novo ciclo da Amarelinha | Foto: Rafael Ribeiro/CBF

A campanha encerrada na Copa do Mundo de 2026 marca o início de uma nova etapa para a Seleção Brasileira. Depois de mais um Mundial sem o hexacampeonato, o foco passa a ser a preparação para 2030, ciclo que seguirá sob o comando de Carlo Ancelotti, que renovou contrato e continuará à frente da equipe.

O treinador terá a missão de promover uma renovação gradual, abrindo espaço para jovens promessas e encontrando soluções para setores que apresentaram dificuldades durante a competição.

No gol, a tendência é que Alisson e Ederson continuem como principais opções, mas nomes como Bento e Hugo Souza podem ganhar mais oportunidades ao longo dos próximos anos.

Na defesa, a base utilizada em 2026 deve ser mantida, com o retorno esperado de Éder Militão após se recuperar da lesão. Além disso, jovens como Lucas Beraldo e Vitor Reis aparecem como candidatos a integrar a renovação do setor.

Ancelotti seguirá no comando da Seleção e iniciará o processo de renovação visando a Copa de 2030 | Foto: Fifa/Getty Images


As laterais devem passar pelas maiores mudanças. Douglas Santos agradou pelo desempenho na esquerda e deve permanecer, enquanto Alex Sandro dificilmente fará parte do próximo ciclo. Kaiki e Caio Henrique despontam como alternativas. Já pelo lado direito, Ancelotti precisará encontrar um novo titular após os problemas enfrentados durante o Mundial. Wesley, Paulo Henrique, Vanderson e Vitinho estão entre os nomes observados.

No meio-campo, Casemiro recuperou espaço com a chegada do treinador italiano, mas, aos 34 anos, pode estar próximo de encerrar sua trajetória na Seleção. Gabriel Sara, que participou da preparação antes da Copa, surge como um dos candidatos a ocupar espaço na próxima geração.

O ataque também deve ganhar novos protagonistas. Rodrygo e Estêvão, ausentes por lesão nesta edição do Mundial, voltam ao radar, enquanto João Pedro pode retornar às convocações. Vinicius Júnior segue como principal referência ofensiva, com Endrick e Rayan pressionando por mais espaço entre os titulares. Raphinha e Matheus Cunha ainda devem fazer parte do projeto, enquanto Igor Thiago precisará manter o bom desempenho nos clubes para continuar sendo lembrado.

Entre as mudanças mais simbólicas, está o encerramento do ciclo de Neymar. Após liderar a Seleção em diferentes Copas do Mundo, o camisa 10 se despede como um dos principais nomes de sua geração.


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