Companheira de radialista morto em Cromínia também não resiste após ataque do ex-marido
Redação Online
Publicado em 5 de agosto de 2026 às 11:36 | Atualizado há 41 minutos
Cuidadora não resiste aos ferimentos, e caso passa a ter duas vítimas fatais em Cromínia | Foto: Reprodução
Lucivane Batista Tavares morreu na terça-feira (04/08), após permanecer três dias internada em estado grave no Hospital Estadual de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo). Ela sofreu diversas facadas durante um ataque ocorrido em uma chácara, no município de Cromínia. A informação foi confirmada pelo delegado Leylton Barros.
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Com a morte de Lucivane, o caso passou a contabilizar duas vítimas fatais. O principal suspeito, ex-companheiro da cuidadora, fugiu após o crime e continuou sem localização. A Polícia Civil de Goiás apurou se ele contou com apoio de terceiros para deixar a região, hipótese que permaneceu sob investigação.
Durante o ataque, o radialista Célio Pereira tentou proteger a companheira, mas acabou atingido por golpes de faca e morreu no local. Conforme a investigação, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e teria cometido o crime após Lucivane iniciar um novo namoro.
Lucivane possuía medida protetiva contra o ex-companheiro. No início deste ano, ele chegou a ser preso preventivamente por descumprir a determinação judicial. O relacionamento entre a cuidadora e Célio durava cerca de quatro meses, segundo familiares.
Aos 66 anos, Célio Pereira conciliou por décadas o trabalho no transporte de encomendas entre Goiânia, Pontalina e cidades da região com a atuação no rádio. Mesmo aposentado, manteve a carreira de locutor por paixão. Pai de cinco filhas, avô de nove netos e à espera do primeiro bisneto, ele era reconhecido pela dedicação à família e pela fé católica. O sepultamento ocorreu no domingo (02/08), em Pontalina.