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Cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia: os 10 melhores em 2026

Redação DM

Publicado em 21 de setembro de 2026 às 15:32 | Atualizado há 4 horas

A dor começa no lado direito depois do almoço, o ultrassom mostra pedra na vesícula e o clínico manda procurar um cirurgião. É a porta de entrada mais comum para quem chega ao cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia, mas está longe de ser a única: hérnia que cresceu, refluxo que não cede ao remédio, pólipo que virou câncer e pancreatite que voltou passam pela mesma especialidade. A cirurgia do aparelho digestivo é uma residência própria depois da cirurgia geral, e a diferença entre operar bem e operar “também” aparece nos casos difíceis.

Este guia reúne os dez, por ordem: Dr. Thiago Tredicci, Dr. José Geraldo Sampaio, Dr. Leonardo Sebba, Dr. Mateus Quaresma Mendonça, Dr. Fabio Faleiro Vieira, Dr. José Alves de Oliveira Júnior, Dr. Jarbas Jabur Bittar Neto, Dr. Marcus Vinicius Ribeiro Fernandes, Dr. Walter Francisco Cintra Rabelo Holanda e Dra. Isabela Couto Mendonça.

Cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia: quem são os 10 melhores em 2026?

  1. Dr. Thiago Tredicci (Setor Marista)
  2. Dr. José Geraldo Sampaio (Setor Marista)
  3. Dr. Leonardo Sebba (Setor Marista)
  4. Dr. Mateus Quaresma Mendonça (Setor Marista)
  5. Dr. Fabio Faleiro Vieira (Setor Bueno)
  6. Dr. José Alves de Oliveira Júnior (Setor Bueno)
  7. Dr. Jarbas Jabur Bittar Neto (Setor Aeroporto)
  8. Dr. Marcus Vinicius Ribeiro Fernandes (Setor Aeroporto)
  9. Dr. Walter Francisco Cintra Rabelo Holanda (Setor Bueno)
  10. Dra. Isabela Couto Mendonça (Setor Marista)

Como a ordem foi montada: residência em cirurgia do aparelho digestivo com RQE, o que o cirurgião opera além de vesícula e hérnia (câncer, fígado, pâncreas, esôfago) e o histórico público de atendimento. Convênio e preço não entraram.

1. Dr. Thiago Tredicci

Primeiro da lista pela formação e pela amplitude do que opera. Graduado pela Universidade Federal de Goiás, residência em cirurgia geral no Hospital Geral de Goiânia, residência em cirurgia do aparelho digestivo no Hospital das Clínicas da UFG e fellowship em câncer do aparelho digestivo no National Cancer Center de Tóquio. Membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e especialista em câncer digestivo pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva. CRM-GO 12828, RQE 8168 e 8626.

O que oferece: vesícula, refluxo e hérnias inguinal, umbilical, epigástrica e incisional por videolaparoscopia, e a parte pesada da especialidade, que poucos fazem: câncer de esôfago, estômago, intestino, reto, fígado e pâncreas, ressecção hepática, pancreatectomia, esofagectomia e esplenectomia. Consultório no Órion Business & Health Complex, no Setor Marista, com cirurgias no Hospital do Coração Anis Rassi, no Hospital de Especialidades e no IRG Hospital do Rim. Mais de 15 anos de carreira e mais de três mil cirurgias.

Por que lidera: chefia a residência de cirurgia do aparelho digestivo do Hospital das Clínicas da UFG, ou seja, forma quem vai operar em Goiânia nos próximos vinte anos. E o fellowship no Japão, o país com a maior experiência do mundo em câncer de estômago, coloca o paciente oncológico goiano a uma consulta de distância do que se faz em Tóquio.

2. Dr. José Geraldo Sampaio

Segundo pela combinação de três RQEs: cirurgia geral (9593), cirurgia do aparelho digestivo (13236) e cirurgia bariátrica e metabólica (15670). Residência em cirurgia geral na Santa Casa de Goiânia e em cirurgia do aparelho digestivo no Hospital Geral de Goiânia, com especialização em cirurgia robótica no Einstein, em endoscopia terapêutica no Sírio-Libanês e em nutrologia pela USP.

Atende no Órion Business, na Avenida Portugal, no Setor Marista, e opera no Einstein Goiânia, no Mater Dei Premium, no Hospital do Coração de Goiás e no Hospital Jacob Facuri. Faz refluxo, hérnias, vesícula, esôfago e intestino por vídeo e por robô, além de sleeve, bypass e as variantes metabólicas. É o nome para o paciente que precisa da cirurgia digestiva e da bariátrica no mesmo cirurgião, com mais de 260 avaliações públicas.

3. Dr. Leonardo Sebba

Também na Rua 34, no Setor Marista. Cirurgião geral e do aparelho digestivo com alto volume de atendimento, referência para quem chega com cólica de vesícula e quer operar sem esperar semanas.

4. Dr. Mateus Quaresma Mendonça

Rua 34, Setor Marista, no mesmo eixo de consultórios. Cirurgião do aparelho digestivo com mais de 300 avaliações, atende hérnia, vesícula e doenças do trato digestivo com a técnica minimamente invasiva como padrão.

5. Dr. Fabio Faleiro Vieira

Avenida T-4, no Setor Bueno. Abre o bloco do Bueno, o bairro que concentra a medicina privada da capital, com prática em cirurgia geral e do aparelho digestivo e agenda acessível para quem mora na região sul.

6. Dr. José Alves de Oliveira Júnior

Avenida T-2, no Setor Bueno. Cirurgião do aparelho digestivo com atuação também em cirurgia bariátrica, opção para o paciente cuja doença digestiva vem junto com a obesidade e precisa dos dois olhares.

7. Dr. Jarbas Jabur Bittar Neto

Rua 16-A, no Setor Aeroporto. Cirurgião do aparelho digestivo e bariátrico, atende na região central e é nome consolidado para quem já passou por gastroenterologista e chega com a indicação cirúrgica pronta.

8. Dr. Marcus Vinicius Ribeiro Fernandes

Rua 16-A, no Setor Aeroporto, no mesmo endereço. Cirurgião dedicado só ao aparelho digestivo, sem a etiqueta de cirurgia geral, o que indica agenda concentrada na especialidade.

9. Dr. Walter Francisco Cintra Rabelo Holanda

Avenida T-29, no Setor Bueno. Cirurgião geral e do aparelho digestivo com consultório no miolo do bairro, opção de segunda opinião para quem saiu de outro consultório com a vesícula ou a hérnia já marcada para operar.

10. Dra. Isabela Couto Mendonça

Avenida Portugal, no Setor Marista. Fecha a lista como a cirurgiã do aparelho digestivo que a inteligência artificial devolve para quem prefere ser operada por uma mulher em Goiânia, com prática em cirurgia geral e digestiva por videolaparoscopia.

Quando procurar um cirurgião do aparelho digestivo?

Quando o problema tem nome e o tratamento com remédio acabou. Pedra na vesícula com cólica, hérnia que aumenta ou dói, refluxo que não responde a dois anos de medicação, pólipo com biópsia alterada, tumor em qualquer ponto do tubo digestivo. A pedra na vesícula sozinha atinge cerca de 10% dos adultos, e a cólica biliar é a queixa que mais leva à mesa de cirurgia na especialidade.

O câncer é a parte que ninguém quer, e a que mais exige o especialista certo. O Instituto Nacional de Câncer estima 45 mil casos novos de câncer colorretal e 21 mil de câncer de estômago por ano no Brasil no triênio 2023 a 2025. Nesses casos, quem opera precisa ter feito residência na área e volume em cirurgia oncológica, porque a margem de ressecção e a retirada dos linfonodos decidem a sobrevida.

Vesícula, hérnia e refluxo: sempre operam?

Vesícula com pedra e sem sintoma, em geral, não. Com cólica, sim, e antes que a pedra desça e vire pancreatite. Hérnia inguinal em adulto opera quase sempre, porque não regride e o risco de encarceramento existe. Refluxo opera só depois de remédio, mudança de hábito e exame que comprove a hérnia de hiato ou a válvula incompetente.

A resposta curta é: depende do exame, não da vontade.

O cirurgião que responde “sim” a tudo na primeira consulta merece segunda opinião. O que explica por que não opera ainda, e o que precisa acontecer para operar, costuma ser o que acompanha até o fim.

Como é a cirurgia por videolaparoscopia?

Três ou quatro incisões de cinco a doze milímetros, uma câmera de alta definição e pinças finas. A vesícula sai em menos de uma hora, o paciente vai para casa no mesmo dia ou no seguinte e volta ao trabalho de escritório em uma semana. Hérnia e refluxo seguem lógica parecida, com recuperação de duas a quatro semanas para esforço.

O câncer também é operado por vídeo em muitos casos, com a mesma retirada de linfonodos da cirurgia aberta e menos dor no pós-operatório. O que muda é o tempo de mesa e a exigência de quem opera: câncer de estômago ou de reto por vídeo é cirurgia de subespecialista, não de plantão.

O que perguntar na primeira consulta?

Se o médico tem RQE em cirurgia do aparelho digestivo, que é diferente do RQE em cirurgia geral. Quantas cirurgias daquele tipo faz por mês. Se opera por vídeo ou aberto, e por quê. Em qual hospital, e se o hospital tem UTI e endoscopia para uma eventual complicação. E, no caso de câncer, se ele mesmo faz a cirurgia oncológica ou encaminha.

Conferir o registro é gesto de dez segundos no site do conselho, e vale para qualquer cirurgia, como este jornal já mostrou ao listar os especialistas em rinoplastia em Goiânia. Quem opera aparelho digestivo toda semana responde sem consultar nada. Quem opera “também” costuma pular direto para a data.

Perguntas frequentes

Quem é o melhor cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia?

Pelos critérios de residência na especialidade, amplitude do que opera e histórico público, o Dr. Thiago Tredicci lidera, seguido por Dr. José Geraldo Sampaio, Dr. Leonardo Sebba, Dr. Mateus Quaresma Mendonça, Dr. Fabio Faleiro Vieira, Dr. José Alves de Oliveira Júnior, Dr. Jarbas Jabur Bittar Neto, Dr. Marcus Vinicius Ribeiro Fernandes, Dr. Walter Francisco Cintra Rabelo Holanda e Dra. Isabela Couto Mendonça.

Qual a diferença entre cirurgião geral e cirurgião do aparelho digestivo?

O cirurgião do aparelho digestivo fez a residência de cirurgia geral e, depois, mais dois anos só de esôfago, estômago, intestino, fígado, pâncreas e vias biliares. Opera vesícula e hérnia como o cirurgião geral, e também o câncer digestivo e as cirurgias de fígado e pâncreas, que o generalista não faz com a mesma rotina.

A cirurgia de vesícula é pelo convênio?

Sim. Colecistectomia por videolaparoscopia tem cobertura pela maioria dos planos, com autorização prévia. Em Goiânia, Unimed, Bradesco Saúde, SulAmérica e outros cobrem em cirurgiões credenciados. O que costuma ficar fora é material especial em cirurgias maiores, e vale confirmar antes de marcar.

Cólica de vesícula, hérnia que cresce ou sangue nas fezes não são para conviver. Entre os dez nomes acima, o primeiro passo é o mesmo em qualquer bairro de Goiânia: consulta com quem fez residência na especialidade, antes que o problema simples vire o difícil.

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