Giuliano Eriston leva voz e violão ao Shiva Alt-Bar
Redação Online
Publicado em 16 de outubro de 2026 às 21:03 | Atualizado há 1 hora
Artista cearense persegue instrumentação elaborada em suas músicas | Foto: Nando Chagas
O cantor e compositor Giuliano Eriston apresenta em Goiânia, nesta quinta-feira (15), a partir das 20h, a turnê “Politonia – Voz e Violão ao Vivo” no Shiva Alt-Bar, com entrada gratuita. O show revisita as nove faixas de seu segundo álbum autoral, Politonia, lançado em abril deste ano, em versões intimistas que destacam a voz e o violão do artista cearense.
As releituras também chegaram às plataformas digitais de áudio e vídeo no dia 8 de outubro, em registros gravados nos Estúdios Mega, no Rio de Janeiro. No repertório, Eriston transita por gêneros como maracatu, jazz, xote e R&B, com canções em português, inglês e francês que abordam amor, política e questões existenciais.
Vencedor do The Voice Brasil em 2021, Giuliano tem ainda o álbum “Universo em Si” (2022) e o EP em homenagem a Sérgio Sampaio (2024). Depois da passagem por Goiânia, a turnê segue para Brasília. Em novembro, o artista também se apresenta na Suíça, na França e na Polônia, antes de retornar ao Brasil para uma série de shows no Nordeste.
Em abril, Giuliano veio com tudo. Na ocasião, ele lançou o disco “Politonia”, no qual reflete sobre saudade, paqueras e afetos. Além disso, o artista cearense, uma das sensações da música popular brasileira, adota um tom crítico. Canta em português, inglês e francês.
Violonista em sintonia com a tradição, Giuliano é prodígio. Tem 28 anos, mas seu talento foi revelado aos 13, no Festival Choro Jazz, em Jericoacoara (CE). Em 2021, aos 24, venceu a décima edição do The Voice Brasil. Seu primeiro disco, “Universo em Si”, saiu em 2022.
Nas letras, aborda questões existenciais, amor, natureza e críticas ao mundo contemporâneo, enquanto explora a diversidade da música brasileira e as influências estrangeiras incorporadas à MPB. Para ele, essa abertura à alteridade é especialmente importante em um mundo cada vez mais conectado, mas também marcado por reações de intolerância.
Nas letras, aborda questões existenciais, amor, natureza e críticas ao mundo contemporâneo, enquanto explora a diversidade da música brasileira e as influências estrangeiras incorporadas à MPB. Para ele, essa abertura à alteridade é especialmente importante em um mundo cada vez mais conectado, mas também marcado por reações de intolerância. “Me fascina esse olhar que enxerga força na alteridade”, afirma.