Internacional

Comentarista americano defende deportação de Flávio Bolsonaro dos EUA

Redação Online

Publicado em 27 de outubro de 2026 às 20:49 | Atualizado há 42 minutos

O comentarista político americano Isaiah Martin, que defendeu a deportação de Flávio Bolsonaro dos Estados Unidos | Foto: Reprodução
O comentarista político americano Isaiah Martin, que defendeu a deportação de Flávio Bolsonaro dos Estados Unidos | Foto: Reprodução

O comentarista político americano Isaiah Martin, crítico do presidente Donald Trump, defendeu a deportação de Flávio Bolsonaro (PL) dos Estados Unidos já no primeiro dia. A declaração foi feita nesta terça-feira (27/10), em resposta a uma publicação do advogado mexicano Simón Levy, aliado de Trump, que afirmou que o senador brasileiro chegou ao país sob proteção americana.

“Vamos deportá-lo no primeiro dia. Aliás, deveríamos deixar o Brasil prendê-lo no meio da noite, de helicóptero!”, escreveu Martin nas redes sociais. A referência ao helicóptero remete à operação conduzida por forças americanas que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro deste ano.

Na publicação que motivou a reação, Levy afirmou que Flávio não estava mais no Brasil e seguia para os Estados Unidos. O mexicano também alegou que uma operação de proteção americana estaria em andamento para garantir a segurança do senador. “Posso confirmar que Flávio Bolsonaro não está mais no Brasil e está a caminho dos Estados Unidos. Uma operação de proteção americana está em andamento para garantir sua segurança”, escreveu Levy.

O comentarista afirmou ainda que não quer que recursos públicos dos Estados Unidos sejam usados para custear a segurança de Flávio e defendeu que os democratas investiguem eventuais gastos do governo Trump com a proteção e o transporte do senador brasileiro. “Cada centavo que Trump usar para abrigar esse fugitivo Bolsonaro deve ser investigado pelos democratas”, escreveu.

Em outras mensagens, Martin chamou os integrantes da família Bolsonaro de “imigrantes ilegais criminosos”, sem apresentar evidências para sustentar a acusação, e pediu que fossem deportados para o Brasil. “Não quero pagar pela segurança daquele bandido do Bolsonaro nos Estados Unidos”, publicou.


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