HEL integra novos colaboradores
Redação DM
Publicado em 27 de fevereiro de 2023 às 13:26 | Atualizado há 4 anos
O Hospital Estadual de Luziânia (HEL) realizou nos dias 23 e 24 de fevereiro uma ação para integrar os 36 novos colaboradores da unidade de saúde. A integração tem o intuito de apresentar e, principalmente, acolher os novos profissionais.
De acordo com a analista de RH do HEL, Raquel Abud, a integração é uma das primeiras capacitações que os profissionais participam após a admissão na unidade. “No encontro, os recém-chegados receberam informações sobre a história, missão e visão da unidade, além de informações que vão ajudar os colaboradores a desenvolver um bom trabalho”, disse.
A atividade envolveu uma preparação multidisciplinar e contou com a participação do Recursos Humanos (RH), Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NVE), qualidade e a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH).
A equipe do Serviço de Controle de Infecção Relacionada a Assistência à Saúde (SCIRAS) (coordenadora Amanda Xavier, enfermeira Márcia Rayanne e a técnica de enfermagem Camila Pinheiro) abordou com os colaboradores sobre as medidas de prevenção das Infecções Relacionada a Assistência à Saúde (IRAS) no centro cirúrgico da unidade. “Nosso foco foi atualizar a equipe sobre as medidas de prevenção de infecção cirúrgica para garantir o controle da ocorrência de infecções no HEL”, explicou a coordenadora Amanda Xavier.
De acordo com a gestora, as medidas de prevenção das IRAS fazem parte do conjunto de ações para a segurança do paciente e redução de custos na assistência hospitalar. “As Infecções do sítio cirúrgico (ISC) são consideradas eventos adversos (EA) frequentes, decorrentes da assistência à saúde dos pacientes que podem resultar em dano físico, social e/ou psicológico do indivíduo, sendo uma ameaça à segurança do paciente”, afirmou.
A equipe explicou ainda que as infecções podem prolongar a estadia do paciente em média de sete a onze dias, aumentar a chance de readmissão hospitalar, cirurgias adicionais e, elevar os gastos assistenciais com o tratamento. “São considerados fatores de risco: obesidade; diabetes mellitus; tabagismo; uso de esteroides e outros imunossupressores. O checklist de cirurgia segura deve ser preenchido em todos os procedimentos cirúrgicos”, finalizaram.