Brasil

Manifestantes fazem ato em defesa de Bolsonaro em Brasília

O grupo exibia frases que pediam o “fim da corrupção”

diario da manha
Foto: Reprodução

Na manhã deste domingo (25/8), manifestantes a favor do presidente Jair Bolsonaro (PSL), fizeram um ato na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O grupo também defendeu o ministro da Justiça, Sérgio Moro. Alguns cartazes pediam o veto ao projeto de lei sobre abuso de autoridade.

Bonecos infláveis foram erguidos pelos manifestantes no gramado em frente ao Congresso Nacional. De acordo com os organizadores, um dos personagens vestido com roupas do “super-homem” representava o ministro Moro.

Com faixas nas cores verde e amarela, o grupo exibia frases que pediam o “fim da corrupção”. Um cartaz em francês, afirmava “não somos uma colônia francesa”, fazendo referência às questões que envolvem as queimadas na Amazônia. Três carros de som deram apoio ao ato.

Bolsonaro decidirá se projeto será vetado

De acordo com uma das organizadoras do ato, Celina Ferreira, a manifestação em Brasília pede o veto integral ao projeto de lei que trata sobre abuso de autoridade. “Pedimos ao presidente Jair Bolsonaro que vete integralmente essa lei absurda, Chamamos o povo para rua para que o cidadão possa se manifestar”, afirma.

Essa proposta foi aprovada no dia 14 de agosto, pelo Congresso Nacional. Cerca de 30 situações que configuram o crime de abuso de autoridade, foram definidas pelo texto, como: obter provas por meio ilícito, decidir por prisão sem amparo legal, decretar condução coercitiva sem antes intimar a pessoa a comparecer ao juízo e obter prova em procedimento de investigação por meio ilícito.

Pedir a instauração de investigação contra pessoa mesmo sem indícios de prática de crime e divulgar gravação sem relação com as provas que se pretende produzir em investigação, expondo a intimidade dos investigados, também foram considerados pelo texto. Cabe ao presidente Jair Bolsonaro, sancionar, vetar parcialmente ou vetar a íntegra do projeto de lei, que está em análise no governo.

Com informações do G1

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