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Funcionária de Padre Robson é investigada pelo MP-GO

Celestina Celis Bueno, 59 anos, é investigada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) por figurar em diversas transações financeiras milionárias entre as associações religiosas então comandadas pelo padre Robson de Oliveira e empresas. A advogada dela, Cláudia Seixas, disse que não irá se manifestar em respeito das investigações. As informações são do G1.

Segundo o MP, Celestina virou sócia de pelo menos 3 rádios em 2014. Uma delas recebeu R$ 90 milhões em transferências feitas pelas Afipes ao longo de 10 anos, analisados pelo MP. Porém, não há detalhamento para qual finalidade o dinheiro foi empenhado.

Enquanto sócia de uma das empresas, a companhia vendeu uma casa na praia de Guarajuba (BA) para a Afipe no valor de R$ 2 milhões, segundo extratos da transação que estão nos autos.

O MP aponta que pouco tempo depois, uma das associações comprou um avião de R$ 2 milhões, vendido por uma das rádios em que Celestina também figurava como sócia. Segundo as investigações, a funcionária se tornou dona de todo este patrimônio, além de já ter recebido R$ 4 milhões.

Padre Robson alega que Celestina entrou nos negócios para ajudar as associações a realizarem os investimentos, que envolvem questões burocráticas. No entanto, o MP aponta que ela pode ter sido usada como “laranja” nas transações, assim como outros investigados.

Celestina começou a trabalhar como doméstica no Santuário, entre 2011 e 2014, com salário médio mensal de R$ 1 mil e é apontada como uma pessoa de confiança do pároco. 

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