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Neuropediatra acusado de estupro de vulnerável é afastado pelo CRM-DF

Em 2019 o médico foi absolvido por falta de provas que pudessem comprovar o crime

diario da manha

O Neuropediatra, Carlos Nogueira Aucelio está impedido de exercer suas funções no Distrito Federal. A suspensão partiu por parte do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF), após as denúncias contra o neuropediatra de estupro de vulnerável. O crime é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

Essa não é a primeira vez que o médico é denunciado pelo crime, em 2019, Carlos Nogueira foi absolvido da acusação inicialmente. No entanto, o CRM decidiu pelo afastamento do profissional no início deste ano, e a informação sobre a interdição do médico consta inclusive no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de hoje, 3.

O presidente do CRMDF, Farid Buitrago, afirmou que a decisão de afastar o médico foi prudente, e o afastamento deve permanecer até o fim das investigações abertas pelo próprio Conselho.

Carlos Nogueira está impedido pelos próximos seis meses de exercer a sua função como neuropediatra. O tempo de suspensão do profissional pode inclusive ser prorrogado caso necessário, ou ser finalizado caso as investigações sejam concluídas.

Neuropediatra é acusado de manipular órgãoes genitais de adolescentes

O neurologista Carlos Nogueira Aucelio foi denunciado pelo Ministério Público do DF e de Territórios (MPDFT), após em suas consultas manipular órgãos sexuais de cinco adolescentes e comparar o tamanho dos testículos.

Na ocasião o médico chegou a ser levado para a DPCA, e mandados de busca e apreensão foram cumpridos no consultório e na casa do neurologista na ASA Norte. Celulares, computadores e notebook de Carlos Nogueira foram apreendidos para identificar se o médico guardava material ilícito.

Entretanto, embora as investigações tivessem caminhado, em outubro de 2019, o juiz substituto, Nelson Ferreira, julgou a denúncia contra o médico improcedente e o absolveu das acusações. De acordo com o juiz os elementos usados como prova contra o neurologista não foram suficientes para comprovar o crime praticado por Carlos Nogueira.

*Com informações do Metrópoles

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