Brasil

A luta pela advocacia é forte

Redação DM

Publicado em 2 de dezembro de 2015 às 21:42 | Atualizado há 1 ano

Reconhecendo a vontade da maioria expressa nas urnas, agradeço aos colegas advogados que exerceram seu direito de voto nesta eleição. Tal como a sociedade em que estamos inseridos e pela qual temos sérias obrigações, a Ordem deve ser democrática.

A significativa quantidade de votos que recebi, e pelos quais muito agradeço, é a prova de que conduzimos da forma correta nossa campanha e apresentamos um projeto consistente. Tenho convicção de que é o melhor projeto. Meu desejo é de que a nova administração saiba conduzir a Ordem de forma altaneira e de modo a representar a forte advocacia de Goiás. Eu e todos os advogados goianos estamos torcendo por isso.

Aos que confiaram ao projeto Forte seu voto, além da minha gratidão,  meu compromisso de que continuaremos a trabalhar pela OAB Goiás, persistiremos na luta pela valorização da advocacia, insistiremos na defesa das prerrogativas.

Agradeço a advocacia goiana pela oportunidade e pelo aprendizado, os companheiros pela união da jornada e a sociedade goiana pelo respaldo. Do processo eleitoral, levamos a fertilidade das proposições, da análise oportuna do legado que construímos, das assertivas que nasceram no seio da advocacia. Levamos, ainda, a garra, o esforço e a doação de todos os que acreditam nesse projeto, na relevância da OAB, num futuro melhor para os profissionais do direito e a vontade de se fazer mais pela classe.

Que a partir de janeiro do ano que vem as promessas sejam rigorosamente cumpridas e os discursos honrados. Que a Ordem e os advogados sejam tratados com o respeito que lhes é devido e que ao final do mandato nossa advocacia seja mais forte. E reafirmo que, a partir de agora, todos nós voltamos a fazer parte de um único grupo: somos todos advogados.

(Chapa OAB Forte, via e-mail)


Por que voto de papel?

Mara Montezuma Assaf

O contingenciamento imposto à Justiça Eleitoral impedirá o uso de urna eletrônica nas eleições de 2016, obrigando ao uso de voto de papel. Esse foi o argumento usado por Dias Tofolli, o mesmo ministro do STE que impediu a auditoria prévia das urnas nas eleições passadas; o mesmo ministro que instituiu uma nova regra , de ultima hora, para justificar que ficássemos sem divulgação da apuração dos votos por algumas horas, até que o Acre terminasse a contagem em suas urnas , por causa da diferença de fuso horário… Isso nos impediu que seguíssemos a evolução dos votos nas urnas já conferidas, nos deparando, de repente, com a surpresa: Dilma havia sido eleita por uma diferença de 3 milhões de votos. Agora, diante da aprovação da prática de voto impresso nas urnas a partir de 2018, e sendo muito suspeito que pela segunda vez ele impedisse auditoria prévia nas urnas em 2016, resolveu pelo uso do voto de papel, e assunto encerrado. Melhor isso que ser descoberta a treta… no meu entender. Se o sistema a ser usado aplicar os métodos utilizados na Europa, com toda visibilidade a todo momento, até prefiro!

(Mara M. Assaf, via e-mail)


Que orgulho para os brasileiros!

Benone Augusto de Paiva

Como os brasileiros devem estar se sentindo orgulhosos com o programa da “Força Tarefa” da “Lava Jato” que receberam ontem o prêmio anual da Global Investigations Review (GIR), na categoria “órgão de persecução criminal ou membro do Ministério Público do ano”, em Nova York. Os trabalhos do Ministério Público ficaram à frente de entidades americanas, norueguesas e britânicas, entre elas o departamento de serviços financeiros de Nova York e o gabinete do procurador do Distrito Leste de Nova York, que investigou a corrupção na Fifa. Para orgulho dos brasileiros, a “Força Tarefa” foi muito bem representada pelos procuradores: Carlos Fernando dos Santos Lima, Deltan Dallagnol e Roberson Pazzobon, que recebem os aplausos e agradecimentos dos brasileiros honestos, trabalhadores, patriotas honrados e não omissos como procedeu a nossa mídia comprada e que ignorou tamanho fato de engrandecimento do país.

(Benone Augusto de Paiva, via e-mail)


Decadência total

Paulo Panossian

A partir desta segunda-feira o governo federal – desmoralizado e inadimplente, porque já não paga as empreiteiras que tocam obras públicas – agora também não vai pagar a conta do cafezinho, luz, água, telefone, passagens aéreas, etc. Gastou mal e o que não tinha, e agora desesperado vai ter que cortar do orçamento R$ 10,7 bilhões para não ser criminalizado pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Não restando outra alternativa para o Planalto, como de uma reza “braba” para todos os santos para que o Congresso aprove durante a semana a nova meta fiscal negativa e inédita de R$ 120 bilhões…

(Paulo Panossian, via e-mail)

 


Arrepender e confessar, eis a saída!

Jeovah Ferreira

Senador Delcídio,  durante toda a minha vida, vi pessoas que, na ganância por bens materiais, enveredaram por caminhos tortuosos e não tiveram tempo para colocar Cristo em suas vidas. Não tomaram conhecimento de que: “Melhor é o pobre que anda na sua sinceridade do que o que trilha o caminho do erro, ainda que seja rico.” (Provérbios 28.6). Acredito que na situação em que o senador se encontra hoje, deve passar pela  sua cabeça que melhor é o pouco conseguido por meio do trabalho honesto do que o muito conseguido por meios ilícitos. Lamentavelmente o que estamos vendo hoje no Brasil é uma total inversão de valores. Brio é algo ultrapassado e não compensa tê-lo, o negócio é ser vivaldino. Senador, voltando ao Livro de Provérbios, encontrei no mesmo capítulo 28, versículo 13, e sugiro que o senhor medite nele: “O que encobre as suas transgressões, nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” Mude o rumo de sua vida. Arrepender e confessar, eis a saída.

(Jeovah Ferreira, via e-mail)

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