A polícia que vale a pena
Redação DM
Publicado em 22 de maio de 2016 às 01:49 | Atualizado há 10 anos
Ela tem azimute, é planejada por gestores capacitados que não se curvam ao despreparo. A policia que avança, que tem e usa adequadamente uma ferramenta chamada: inteligência! Que refuta o jaguncismo ou beócios de caneta na mão. A policia que sabe onde quer chegar, que tenha um timoneiro de que se possa orgulhar, pelo conteúdo e pela conduta. A polícia que vale a pena não precisa ser composta de santos e nem de alienígenas perfeitos, contudo sua composição deve ser de mulheres e homens que honram e dignificam a segunda pele ou o segundo espírito: a farda e o distintivo.
Essa polícia opera por aí… No imaginário do policial decente, aquele barnabé que carrega o piano ou o que sabe tocá-lo em arranjos musicais… Ou mesmo pelo pensamento coletivo, na ânsia de uma melhor segurança para seus filhos.
Polícia que serve e protege, polícia que não faz uso das dificuldades criadas por lei, para ofertar facilidades em prol do vil metal.
Eita polícia que vale a pena… Nessa não há perpetração de funções para sugar benesses do erário público ou privado, escambo ou distribuição de tetas.
A policia que vale a pena, pertence a uma sociedade que também vale e que também sabe o que quer… Que exige de volta, o imposto que lhe tomado, em serviços públicos de qualidade.
Na polícia que presta, o mérito é valorado, a dignidade profissional e autoridade proba tem espaço garantidos e que vexames são apenas atos escritos em peças de pornochanchadas!
Juntos somos fortes!
(Gilmar Nunes Martins, diretor presidente do Grupo Gentleman e diretor de Segurança Pública da Aciag)