Discurso infame
Redação DM
Publicado em 23 de março de 2016 às 00:50 | Atualizado há 2 anos
Na prédica que fez ao dar posse a Lula como novo ministro da Casa Civil, a presidente Dilma Rousseff fez pouco da inteligência alheia ao passar a versão de que o “termo de posse” intempestivamente enviado ao novo titular da Casa Civil teria sido algo normal – embora jamais visto! – e que a medida esdrúxula deu-se pela contingência de dona Marisa Letícia, mulher do novo ministro, não estar passando bem. Depois, acusou de “grampo ilegal” a interceptação deferida pela Justiça (!) em relação ao aparelho utilizado por Lula. Ora, até onde se saiba, cabe ao Poder Judiciário e não à presidência da República esse juízo de conveniência. No mais, disse Dilma ter sido “absolutamente republicano” o diálogo que travara com Lula ao telefone. Será…? Seriam exatamente “republicanas” tratativas escancaradas para proteger um investigado da ação da Justiça? E a recomendação de Lula, em outra interceptação, para que o juiz Moro “enfiasse o processo no c…” também seriam republicanas? Prosseguindo, disse Dilma que “não há Justiça quando leis são desrespeitadas e a Constituição aviltada”. Ora, e o que ela diria sobre o absoluto desprezo de seu desgoverno à Lei de Responsabilidade Fiscal, com a prática sistemática das pedaladas fiscais? Há muitos outros exemplos que revelam o pouco apreço do desgoverno do PT às leis e à própria Constituição, mas o espaço é pequeno para o rol. Após mais algumas empulhações, já ao fim, Dilma jurou que o combate à corrupção – crime de que Lula é investigado – tem sido realizado sem imposição de “qualquer obstáculo por parte do governo federal”. Sériooo?? Excelência, na boa, quem não te conhece que te compre!
(Silvio Natal, via e-mail)
Justiça brasileira
Por diversas vezes vi e ouvi o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, esse mesmo petista que conseguiu colocar na cabeça de muitos brasileiros ser pobrezinho e um retirante vindo lá de Garanhuns, do estado de Pernambuco… que, ao chegar pela primeira vez em Brasília, no Congresso Nacional, disse que aquilo era um verdadeiro mercado de mais de 300 picaretas assaltando o País e que a nossa justiça estava sendo injusta com os pobres, humildes e pretos e que somente estes eram presos, mas os graúdos quando roubam muito, valores altos, bens e objetos de valores – como a Petrobras, quadro de Van Gogh, crucifixo luxuoso, faqueiro de ouro, etc, objetos valiosos que valem milhões –, estes não são presos, viram ministros de Estado para se proteger da justiça.
(Benone A. de Paiva, via e-mail)
O Contragolpe é urgente
O povo precisa voltar às ruas. Greve geral e vamos todos a Brasília invadir a sede do poder para tentar explicar ao STF que deve prender o ladrão que está promovendo o golpe no País, contra a vontade expressa da sociedade brasileira .
Talvez com caos e convulsão social eles compreendam melhor o que estamos dizendo nas ruas, nas redes, nos jornais, rádios, tvs etc e tal .
(Ronaldo Parisi, via e-mail)
Renúncia geral é essencial
Se queremos continuar a limpeza, precisamos de uma renúncia geral e do fim do voto obrigatório. As pessoas que só votam porque é obrigatório, não se interessam pelo assunto, não pesquisam sobre os candidatos e portanto votam em qualquer um que seja famoso, engraçadinho ou que lhe dê uma esmolinha.
Esses são os preferidos pelos políticos, pois são desligados ou carentes e manipuláveis.
Portanto, o voto deve ser facultativo. Só faz bem feito quem gosta do que faz. A renúncia geral é essencial e deveria ser organizada pelos poucos políticos que ainda têm alguma vergonha na cara, pois todos os partidos recebiam doações das empreiteiras, todos eles conheciam os esquemas de corrupção, mas não abriram a boca. Foi por isso que quem tentou pegar carona nas manifestações se deu mal, pois o povo acordou. Portanto, nenhum deles tem moral para governar o País atualmente, sem o respaldo de novas eleições.
(Jca Melo, via e-mail)


