E então, os eleitores vão aprender a votar?
Redação DM
Publicado em 2 de março de 2016 às 00:43 | Atualizado há 2 anos
Um ano após o maior estelionato eleitoral ter levado dona Dilma a ser reeleita, somente 10% aprovam o seu governo. O que aconteceu para que a mesma maioria que deu à presidente mais um mandato, está agora pedindo a sua saída, além daqueles que não votaram nela? Muito fácil explicar. Com a Operação Lava Jato em curso, diariamente os brasileiros são surpreendidos com a revelação de mais nomes envolvidos no maior roubo praticado na Petrobras desde a sua criação. E quanto mais se investiga, mais se chega a outros órgãos, Fundos de pensão, BNDES, Caixa Federal, Banco do Brasil, etc. O Brasil hoje é visto como um mau pagador, com fama de caloteiro. Como se sustentar na cadeira de presidente uma mulher que candidata, mentiu aos eleitores e agora os contempla com juros altos, aumento de impostos, desemprego e inflação acima de 10%? Francamente, nessas alturas dos acontecimentos, pouco importa quem vai ser o novo presidente. Quem quer que seja precisará tirar o Brasil do buraco em que ele foi enterrado, por Lula, Dilma, PT, PMDB e por que não pela maioria do Congresso Nacional que, vendo a condução da economia virando água, deveria ter brecado a sandice desse governo. Tiririca que foi eleito deputado federal sob o bordão do “pior do que está não fica”, está conferindo o quanto o País piorou. Infelizmente, para os cidadãos vai sobrar a conta a ser paga e muitos anos de sacrifício para reconstruir o País. Cabe perguntar, depois de toda essa destruição e do derretimento da economia, será que o cidadão aprendeu como deve votar? A conferir nas eleições municipais.
(Izabel Avallone, via e-mail)
O STF, Delcidio e Renan
O povo não engoliu as decisões dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavaski e Luiz Edson Fachin. Zavaski, por conceder liberdade ao “senador” Delcidio Amaral PT/MS, e Fachin por retirar da pauta do Supremo denúncias contra o “senador” Renan Calheiros PMDB/AL. Recordando, os senadores Delcidio e Renan:
O senador Delcidio Amaral PT/MS, que antes e depois de sua prisão em 25/11/2015 tentou desmoralizar a Operação Lava Jato, está livre e solto para dar continuidade às ações de subjugo que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula estão impondo ao STF desde 2003. Pelo andar da carruagem, Delcidio pode voltar a ocupar o lugar de líder do governo (vago até hoje) e a Comissão de Assuntos Econômicos, embora destituído da Comissão pela maioria do PT. Delcidio não precisa centrar fogo no STF, lá está quase tudo certo com o Legislativo e Executivo, é o que deu a entender os ministros Zavaski e Fachin. O senador Renan renunciou a presidência do Senado em 2007 para evitar a cassação do seu mandato por envolvimento num caso de corrupção que recebeu o título de Renangate. Pouco tempo depois ele voltou ao Senado para presidir a Casa e para contar com as benesses do STF. Acorda Brasil, o STF está quase que totalmente podre!
(Leônidas Marques, via e-mail)
Outro blefe da Dilma

A Dilma, como servidora pública, é um exemplo a não ser seguido. Como presidente da República, então, é uma mediocridade. Assim como são suas promessas que jamais são cumpridas… Incluindo a que anunciou também em outubro de 2015, de que reduziria seu salário, do vice e dos ministros em 10%, que não passou de outra mentira ou verdadeiro blefe! Já que, depois de 150 dias deste anúncio, Dilma continua recebendo integralmente seus proventos no valor de R$ 30.934,70 por mês. Ora, essa presidente que foi capaz de mentir deslavadamente na última campanha eleitoral, que escondeu da sociedade brasileira a real situação das deterioradas contas públicas, incluindo as pedaladas fiscais, etc., e que não teve tampouco a dignidade de sustentar o corte do seu salário, é porque não lhe restam mais mínimos resíduos de escrúpulos para continuar governando este País. E o seu professor de picaretagens institucionais é o investigado pai do mensalão e do Petrolão, o Luiz Inácio Lula da Silva…
(Paulo Panossian, via e-mail)
CPMF? Agora não
Se aprovado este imposto sobre as movimentações bancárias, o povo se revoltará. Está muito claro os ganhos indecentes dos magistrados: no RJ gira em torno de 600 mil/mês, nos outros estados a média é de 200mil/mês. Basta acessar contas abertas e veremos o despropósito desses profissionais gananciosos que atrelam aos salários outras benesses, num País quebrado, aliado a isso os direitos dos vereadores/deputados estaduais/federais/senadores e secretários. Aqui em Minas Gerais o secretário Magalhães abocanha cerca de 90 mil/mês num estado quebrado, trinta e tantos ministérios, 120 mil cargos de confiança. Nesta semana em MG a notícia foi vereadores de uma cidadezinha verem o litro de gasolina mensal dos Edis – dá para ir à lua e voltar todos os meses. Portanto, tem muito lugar para economizar Dilma, diminua impostos dos comerciantes, pois estes geram empregos. Aprendi isso no primário nos anos 60. CPMF? Não, absolutamente não, somente depois desses cortes indecentes.
(Julio Jose de Melo, via e-mail)

