Brasil

Escolha de candidatos políticos

Redação DM

Publicado em 25 de agosto de 2016 às 02:12 | Atualizado há 2 anos

Todo o Brasil, de cima até embaixo, da presidência até as câmaras municipais, está infiltrado por maus políticos, a começar no seu método de escolha dos candidatos. O povo não escolhe os candidatos, simplesmente é submetido ao capricho dos caciques partidários que escolhem à sua vontade quem bem entender e se unirem em torno dos determinados nomes apenas para ser submetido à apreciação dos votantes nas urnas. Muitos eleitores displicentes ou mal informados também têm culpa pelas votações nos maus candidatos escolhidos; mas, o que fazer um eleitor bem informado sem ter pela frente um bom candidato para votar, se a maioria absoluta dos que estão concorrendo são más escolhas partidárias? Votar no menos ruim? Assim não haverá renovação de valores, o País continuará no mau caminho fazendo sobreviver a máfia dos maus políticos.

(Benone A. de Paiva, via e-mail)


Inchaço dos municípios

Edgard Gobbi

Prefeitos e secretários municipais de Finanças – 5.570 municípios brasileiros – afirmam que os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e  do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), – maior renda de muitos municípios –, tiveram  grandes quedas devido a grave crise econômica que o País atravessa. Por outro lado, será que os municípios estão fazendo  a sua parte reduzindo os funcionários comissionados e  melhorando  a eficiência do funcionários efetivos? Somente para completar, o presidente Barack Obama, dos Estados Unidos, com uma população de 322 milhões, tem 200 cargos comissionados, e a minha cidade de Campinas (SP), com uma população de 1.164.000, tem 846 comissionados. Que diferença, hein?

(Edgard Gobbi, via e-mail)

 


Justiça mãesona

Themis 5782

Vejam como a Justiça brasileira é uma mãesona; quatro nadadores estrangeiros participantes dos jogos olímpicos Rio 2016 saem para farra, enchem a cara de cachaça, aprontam de montão e acusam alguns de nossos compatriotas de terem cometido assalto contra eles. Fosse qualquer brasileiro, que já tem fama de baderneiro, ter feito o mínimo possível nos Estados Unidos, ou em outros países, já teria sido preso, condenado a prisão perpétua ou sofrido outras duras penas. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, está tudo concluído que os nadadores norte-americanos não sofreram qualquer assalto. A multa contra os nadadores também foi retirada. Mas a Justiça continua não fazendo nada contra a conspiração do golpe contra a democracia e a nação. A Justiça não conclui o porquê de tantos corruptos ainda continuarem soltos neste País. A Justiça não explica o porquê de julgar um só lado da história de corrupção no Brasil. Infelizmente, algumas atitudes da nossa Justiça brasileira transmite um recado claro e transparente de que a impunidade é nossa obra e criação. Manda um recado de que vale a pena ser político corrupto, bandido de qualquer graduação e continuarmos com menores assassinos soltos pelas ruas do País. Será que vale a pena a qualquer estrangeiro visitar o Brasil, cometer qualquer delito, tirar sarro de nossas caras e achar que somos uma terra sem lei e justiça?

(João Silvino, via e-mail)


Qual é a sua?

Qual é a sua, ilustríssimo sr. Joaquim Barbosa? Estranho, mesmo antes do afastamento de Dilma, seu questionamento quanto à validade do processo e seu favorecimento à absurda proposta de realização de eleições ainda este ano. Além disso, em algumas de suas surpreendentes manifestações, lançou a hipótese de que o impedimento possui características de golpe, embora todo o processo tenha sido solicitado por eminentes juristas e balizado pela Corte suprema. A sociedade esperava do nobre ex-ministro, que chegou a despertar a admiração da opinião pública durante o mensalão, uma postura menos apaixonada e mais cooperativa nesse momento difícil da vida nacional. Ou será que sua saída intempestiva do STF, aliada aos recentes posicionamentos, revelam, aos poucos, a forma real de um quebra-cabeça do qual a sociedade não suspeitava a existência, encoberto por um comportamento aparentemente independente de sua parte?

(Paulo Roberto Gotaç, via e-mail)

 


Comentário

Sou uma assídua leitora do jornal Diário da Manhã e deparei-me com um texto interessantíssimo porque ele fala da minha realidade, do colunista Claudeci Ferreira de Andrade: “vaquinha” para engordar critica o comportamento dos professores tentando tirar vantagem com essas tais arrecadações.

Eu concordo com o texto do autor, visto que dentro de um ambiente escolar onde a formalidade deveria falar mais alto, atualmente não é assim, muitas vezes a coordenação das vaquinhas visa seu próprio bem-estar.

O fato de fazer vaquinha, com os professores, e com outros membros que ali trabalham, penso que o dever dos líderes é manter a ordem dentro da escola e não ficarem fazendo vaquinha para comemorar algo ou para fazer reunião de professores. Na qual é priorizado o lanche, um motivo banal para uma reunião séria onde deveria haver diálogo, acordos, decisões importantes para o crescimento intelectual deles, não é bem isso que acontece, qualquer um participa e passa boa parte do tempo comendo, em vez de fazer a reunião. Acho errado comer fora de hora e depois reclamar da obesidade. Além do mais, a pessoa que vai receber o dinheiro e vai comprar o necessário para comer e o dinheiro que sobrar ela vai devolver? Não, não vai devolver, ela vai ficar com o dinheiro e fazer uma janta bem gorda só pra ela.

Comer de mais faz mal, pensar só em comida degenera o corpo, peixe morre pela boca, mas o ser humano também pode morrer pela boca.

Sinto vergonha de saber que dentro do ambiente escolar acontece isso, escola é para aprender e educar e não para ficar fazendo comemorações desnecessárias.

(Raquel Carvalho da Silva, via e-mail)


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