Brasil

Esses pseudoartistas

Redação DM

Publicado em 24 de maio de 2016 às 02:46 | Atualizado há 1 ano

Preocupa-nos a tão falada intelectualidade cultural que os  “artistas” brasileiros passaram a defender durante o governo da presidente  Dilma Rousseff. Por que o descontentamento com a nova mudança feita pelo presidente interino Michel Temer no MEC? É o medo de que a Lei Rouanet se transforme numa lei verdadeira e justa? Para o povo os movimentos que esses  pseudoartistas estão promovendo no Brasil e no Exterior em favor de Dilma Rousseff não deixam dúvidas da existência de um acordo entre eles envolvendo a liberação de dinheiro público através da tal Lei Roaunet. Já tem muita gente dizendo que Dilma facilitou a Lei Roaunet para  a maioria dos artistas, principalmente os que ela julgava formadores de opinião, por isso  eles estão aí agora dando o grito do “golpe não”. Show de graça num dia sim e no outro também é meio esquito. Gostaríamos de saber o que pensam os ex-ministros Gilberto Gil (2003/2008), Juca Ferreira (2008/2010) e Ana de Holanda (2011/2012) sobre a Lei Roaunet.

(Leonidas Marques, via e-mail)

 

Litigante de má-fé

A insistência de Dilma em lutar pelo seu mandato me induz a pensar que ela age com má-fé. Aliás sempre agiu assim considerando-se as mentiras ditas durante 5,5 anos. Então analisando os seguintes números : 267 x 136  (67%) , 15 x 5 (75%) 55 x 22 (71 %) manifestações de rua. 5 milhões x 500 mil (90%). Muita humilhação. Os votos do Senado já seriam suficientes para defenestrá-la de vez. Vai querer mais o quê?  Nesta luta o maior derrotado foi o povo brasileiro, pois pagou durante 13 anos a corrupção desenfreada e as burrices da área econômica e da própria Dilma e seu mentor apedeuta.  Tchau, querida. Até nunca mais

(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)

 

Esperneio atendido

Os artistas deste País estão felizes! Depois de muito espernear, e em protesto tumultuar invadindo prédios culturais e até ruas e avenidas pelo País, levam o presidente interino Michel Temer a voltar atrás e recriar o Ministério da Cultura, nomeando para a pasta Marcelo Calero. Ou seja, esta classe da qual boa parte de seus mais ilustres membros assistiram de camarote passivamente, e por quase 14 anos a corrupção e inépcia de governos petistas, e ainda sem respeitar a nossa Constituição,  fez coro também com o PT de que o impeachment da Dilma foi um golpe. Agora podem bater orgulhosamente no peito que não estão nem aí para colaborar com o ajuste fiscal, herança maldita da Dilma, de um déficit de R$ 170,5 bilhões, já que o novo governo pretendia economizar alguns necessários milhões de reais incorporando o Ministério da Cultura com o da Educação, diga-se, sem que se deixasse ao relento a classe artística, porque uma secretaria especial foi criada para atender o setor…  Na realidade, errou o presidente interino Michel Temer ao atender este esperneio desnecessário dos artistas…  É uma pena!

(Paulo Panossian, via e-mail)

 


 

Inventa outra, Dilma!

Eliana França Leme

É muito bom que Dilma se explique ao STF sobre o uso do termo golpe que vive espalhando num mantra hipnótico pelos sete ventos. Isso só denigre a imagem do Brasil junto ao mundo, o que é injusto e até desonesto. De fato, não se pode aceitar que dona Dilma prossiga nessa lenga-lenga, já que continua a viver no Palácio da Alvorada com todas as mordomias às expensas do povo brasileiro e Temer como presidente interino, no Palácio do vice, o Jaburu. A versão do golpe parece muito incoerente e não fecha. Imagine se Dilma tivesse realmente sido vítima de um golpe! Jamais poderia permanecer como “presidente afastada” por 180 dias morando no palácio, onde, no caso de golpe, estaria vivendo o presidente golpista. Da mesma forma, não seriam usadas as expressões “afastada” nem “interino”. Ela não poderia ser mais chamada de ‘presidenta’ e Temer seria o ‘presidento’ definitivo e ponto. Que se saiba, fosse um golpe, o enredo teria de ser completo, sem furos. E Dilma teria sido chutada para Porto Alegre para abrir uma nova lojinha de 1,99, sem apelação e muito menos com direito a novo julgamento daqui até 6 meses. Ora essa! Que inventem outra história que essa não está colando nem na Venezuela.

(Eliana França Leme, via e-mail)

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