Está provado
Redação DM
Publicado em 11 de dezembro de 2015 às 00:11 | Atualizado há 11 anosPara quem carrega a doença emocional chamada “dúvida”, é hora de aceitar a verdade!
A destruição de Sodoma e Gomorra é um fato histórico registrado por cinco civilizações daquela época.
A antiga cidade de Ebla, foi localizada no norte da Síria, aproximadamente a meio caminho entre as cidades modernas de Hamate e Alepo. Escavações nesse local começaram na década de 1960, e na década de 1970, uma série de placas de argila extraordinárias foram descobertas entre as ruínas de um antigo palácio. Estes tabletes de argila tornaram-se conhecidos como “The Ebla Tablets”, e eles foram originalmente descobertos sob a direção de dois professores da Universidade de Roma – dr. Paolo Matthiae e dr. Giovanni Petinato.
Neste momento, cerca de 17.000 tabletes de argila do reino antigo de Ebla foram recuperados. Estes tabletes parecem ter sido escritos durante as duas últimas gerações da antiga Ebla. Isto significa que eles provavelmente vêm de algum tempo em torno de 2300 a 2250 A.C (4.315 anos atrás). Mas o que é notável sobre as tábuas de argila de Ebla não é o quanto elas são velhas, e sim como elas nos surpreendem com os paralelos registrados nas escrituras hebraicas judaicas registradas em ambas.
Por exemplo, um estudioso ficou muito surpreso com a similaridade idiomática nas tábuas em comparação com o antigo hebraico: os vocabulários em Ebla foram distintamente semitas: é a palavra “escrever” k-t-b (como em hebraico), enquanto que para “rei” é “malikum”, e “homem” é “adamu.” A proximidade do hebraico e do egípcio antigos é surpreendente.
Além disso, uma vasta gama de nomes bíblicos que não foram encontrados em outras línguas do oriente próximo antigos foram relatados ter sido encontrados em formas semelhantes em eblaíta (uma das duas línguas encontradas nas tábuas). Por exemplo, os nomes de Adam, Eve, Abarama-Abraham, Bila, Ishmael, Esau, Mika-el, Saul e David foram encontrados nas tábuas. Agora, é importante notar que os tabletes não estão necessariamente se referindo aquelas pessoas específicas. Pelo contrário, o que isso demonstra é que esses nomes eram comumente usados nos tempos antigos.
Além disso, algumas antigas cidades bíblicas também são mencionadas pelo nomes nas tábuas de Ebla. Por exemplo, Astarotes, Sinai, Jerusalém, Hazor, Lachish, Megido, Gaza, Jope, e Damasco são todos declaradamente referidas pelo nome nos tabletes.
Giovanni Pettinato diz que ele também encontrou referências para as antigas cidades de Sodoma e Gomorra nos tabletes. Na verdade, uma descoberta chave parece relacionar-se diretamente ao Gênesis, capítulos 14 ao 20. Alguns céticos da Bíblia a tempos tentaram reivindicar que a vitória de Abraão sobre Quedorlaomer e os reis da Mesopotâmia em Gênesis 14 era fictícia e que as cinco “cidades da planície” do distrito do Rio Jordão, junto ao Mar Morto (Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Zoar) referidas no Gênesis fossem lendas. Mas acontece que nas tábuas de Ebla constam todas as cinco “cidades da planície” do Jordão, as cidades estão listadas na mesma ordem exata que encontramos no Gênesis, capítulo 14, sendo que o relato de Gênesis foi escrito cerca de oitocentos anos depois dos tabletes de argila de Ebla contando a mesma história, corroborando os fatos reais documentados por esses dois povos (judeus e eblaítas) que não tiveram contato nenhum entre si.
Entre essas cerca de 17 mil tabuletas de argila encontram-se até mesmo o tetragrama sagrado do úncio Deus verdadeiro (YHWH), mostrando que não só os hebreus conheciam a Jeová, mas povos pagãos ao redor dos hebreus também o conheciam e mencionavam seu nome enquanto mencionavam os nomes de seus deuses pagãos também.
Ainda mais extraordinária foi a descoberta de “um hino de criação” em um dos tabletes. Na verdade, descobriram-se três diferentes versões em eblaíta do “Hino da criação”. Dentre os hinos da criação, um foi traduzido por Pettinato como segue…
“Senhor do céu e da terra:
a terra não era, tu as criaste,
a luz do dia não existia, tu as criaste,
a luz da manhã você tinha e não fez existir.”
Isto paraleliza claramente o relato judaico. Nas escrituras judaicas, encontramos também um “Senhor do céu e da Terra”, que criou a Terra e tudo em volta do nada.
No entanto, é importante notar que Ebla foi principalmente uma cultura pagã contemporânea dos quase quarenta reinos que tinham tanto em comum que se denominavam a si mesmos como “cananeus”. Deuses pagãos como Dagon, Baal e Ishtar eram muito importantes para as pessoas daquela época. Mas a verdade é que estes tabletes confirmam alguns detalhes históricos encontrados nas escrituras judaicas. Há provavelmente muito mais a ser descoberto sobre o antigo povo eblaíta, mas nas últimas décadas o progresso tem sido abrandado por conflitos religiosos e políticos. Talvez nunca saberemos ao certo de onde veio o povo da antiga Ebla, quanto eles realmente sabiam do verdadeiro Deus da Bíblia, ou porque sua língua tinha tais semelhanças com o hebraico.
Deve-se deixar registrado que os sumérios também relataram em 30.943 placas de argila, encontradas na cidade de Nínive, pelo arqueólogo franco-britânico Sir. Austen Henry Layard, no ano de 1849, o mesmo relato da destruição por fogo e enxofre que ocorreu na região das cidades do distrito do Rio Jordão, próximo ao Mar Morto, com mais detalhes, inclusive mencionando os nomes dos deuses sumérios envolvidos nessa guerra pelo controle da humanidade, constando entre outros, os nomes dos deuses Nannar Sin, Ninurta, Marduk, Inanna, Enlil, Enki, Nabu e Nergal, que em guerra entre si no mundo espiritual (no mundo energético invisível, em outras dimensões) deflagraram a explosão de “armas de terror” na região de Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Zoar, causando uma nuvem radioativa destrutiva que deu fim ao Império da Suméria.
Essa mesma guerra entre os deuses abalou toda a geopolítica mundial da época, tendo sido relatada também pelos indianos da época, milhares de kilômetros de distância de Sodoma e Gomorra, chegando a destruir também as florescentes civilizações de Mohenjo Daro e de Harappa, no valo do Rio Indo, na atual região do Paquistão e da Índia, conforme registrado nos milenares livros indianos “Bhagavad Gita” e também no “O Mahabharata”.
O livro History and Manuments of Ur diz que o comércio internacional da época “parou de uma hora para outra, de maneira significativa”, como disse o seu autor, C. J. Gadd.
As escavações arqueológicas na região do vale do Rio Indo, descobriram esqueletos espalhados por todos os cantos, e estudos revelaram alguns com um nível radioativo impressionantemente alto. A datação de carbono feita nos esqueletos, remete a 2.000 a.C., mesma época mencionada pelos eblaítas, sumérios e judeus.
Em Mohenjo Daro, verificaram que alguns corpos não se deterioraram, e mesmo assim, não foram devorados pelos animais do campo. Embora em Mohenjo Daro, não houvesse sinais claros de violência, em outras cidades da Índia, haviam evidências de uma grande explosão. As fundações das cidades, haviam sido submetidas a um calor tão intenso que as paredes estavam fundidas e vitrificadas. Essas batalhas entre os deuses flutuando em naves chamadas “Vimanas” com explosões no céu são descritas em detalhes nos livros sagrados milenares indianos.
Um dos judeus criadores da bomba nuclear atual, Robert Oppenheimer, atestou que a radioatividade existente na região de Harappa e Mohenjo Daro ainda persistirá por mais quinze mil anos, devido à alta concentração de material radioativo existente lá, o que prova que os relatos dos livros sagrados indianos são verdadeiros, realmente os deuses travaram uma guerra naquela época, há 4.000 anos atrás (acontecimento relatado simultaneamente por diversos povos, como os egípcios, eblaítas, hebreus, indianos e sumérios em seus escritos ancestrais).
Sodoma, Gomorra, Admá, Ze-boim e Zoar são cidades históricas reais, geograficamente localizadas, que foram devastadas por uma chuva de fogo e enxofre, por causa de sua imoralidade, promiscuidade e homossexualidade, exatamente como a bíblia deixa bem claro com todas as letras que existiram e foram destruídas!
O apóstolo Judas Tadeu (filho de Maria com José e irmão materno de Jesus Cristo) escreveu na sua carta, no versículo 7: “Assim também Sodoma e Gomorra, e as cidades em volta delas, as quais, da mesma maneira como os precedentes, tendo cometido fornicação de modo excessivo e tendo ido após a carne para uso desnatural, são postas diante de nós como exemplo de aviso por sofrerem a punição judicial do fogo eterno.”
Quem duvida das escrituras sagradas hebraicas judaicas, mais conhecidas como “bíblia” é alguém ignorante, sem o mínimo de conhecimento e digno de dó! Quem duvida é um doente emocional!
(André Luís Neto da Silva Menezes, pseudônimo: Tiranossaurus Rex – publicitário, inventor, filósofo, músico, integrante da Royal Society Group, membro da Confederação Brasileira de Letras e Artes e vice-presidente da Associação Canedense de Imprensa – [email protected])