Brasil

Lamentável atentado ao jornal DM

Redação DM

Publicado em 16 de dezembro de 2015 às 21:45 | Atualizado há 1 ano

Nestes tempos em que vivemos uma grave crise econômica e principalmente política, todo cuidado é pouco para, inclusive, possíveis ataques a veículos de informação. E principalmente agora com o advento do acolhimento de um pedido de impeachment da Dilma Rousseff, pela Câmara Federal.  E neste caso a vítima de ataques infelizmente recaiu ao  importante jornal Diário da Manhã, de Goiânia, que está entre os de maior circulação do País, que sofreu um atentado, como ocorreu no último sábado à noite, em que vândalos, a mando de quem não se sabe ainda, jogaram aproximadamente 60 litros de óleo sobre tanques de peixes e plantas do belo jardim ali exposto, inclusive ao público, que eu também tive o privilégio de conhecer em minha visita ao citado periódico em 2013. As autoridades judiciárias, incluindo a Polícia Federal e o Ministério Público, precisam fazer uma minuciosa investigação sobre esse horroroso caso com o jornal DM, já que nesta semana, também em São Paulo, (Capital), trens da CPTM e do Metrô tiveram que suspender o atendimento a milhares de usuários devido a denúncias de bombas em seus trajetos. E esta nossa Nação não pode ficar à mercê de vândalos, ou políticos sem escrúpulos algum que, na base do “foice e o martelo”, querem esculhambar com as nossas instituições e a digna sociedade brasileira. Já que, também, o exercício da democracia está umbilicalmente ligado com a liberdade de imprensa.

(Paulo Panossian, via e-mail)


As crianças e o Papai Noel

Jeovah Ferreira

A  crise econômica em que o Brasil está mergulhado fará com que milhões de crianças brasileiras neste Natal de 2015 questionem a existência  do  Papai Noel. Incontáveis sapatinhos serão colocados na janela do quintal à espera de um presente e amanhecerão sem nada. E tem mais, do jeito que as coisas estão caminhando, é possível que os sapatinhos  sejam levados das janelas. Todo cuidado é pouco.  Desemprego, endividamento das famílias, inflação estratosférica, carestia e perda do poder de compra podem  atrasar a aquisição de novos sapatinhos. A responsável pelo estrangulamento da economia do nosso País, provavelmente, aparecerá em cadeia de rádio e TV para desejar boas festas à nação, o que será uma piada. Caso haja a aparição, abramos as janelas de nossas casas e gritemos bem alto: Impeachment Já!

(Jeovah Ferreira, via e-mail)


Relógio com defeito

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira

Tudo no Brasil chega atrasado. Fomos os últimos a libertar os escravos, a ter metrô, a conceder às mulheres direitos etc. Usamos transporte rodoviário ao invés do ferroviário e marítimo. A crise mundial chegou aqui por último e por aí vai. Tudo por erros grosseiros de interpretação, ou melhor, de identificar o tempo das coisas que devemos fazer para se ajustar que é assim que fazem os países desenvolvidos. Descobrimos o comunismo quando ele foi banido do mundo inteiro, inclusive nos países que o criaram e instituíram e que hoje reconhecem como um grande equívoco. Só temos a precisão dos relógios suíços  quando gente desonesta lá deposita naquele país – Suíça – os desvios ao erário. Nossos relógios com certeza são paraguaios. Péssima aquisição.

(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)


Tributo ao mestre

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Aconteceu no primeiro semestre deste ano algo que jamais deveria ter passado em branco: o médico Theobaldo da Silva Costa se aposentou. O grande mestre, no entanto, continua disponível, como sempre esteve, para acatar discussão de  temas médicos em geral e, principalmente, pertinentes à urologia.

Deveríamos ficar mais atentos a indivíduos assim, pois atualmente o que mais nos chama a atenção são os maus exemplos. Seria interessante que exaltássemos mais personalidades como o dr. Theobaldo, uma vez que as pessoas em formação, ou mesmo as já estabelecidas, teriam um exemplo importante para se espelhar.

O mestre esteve anos a fio trabalhando, ensinando e ajudando a quem quer que dele necessitasse, no Hospital das Clínicas-UFGO e no Hospital Geral de Goiânia. Entre muitos, tive o privilégio de militar e, acima de tudo, aprender muito com ele. Não me lembro de ele negar auxílio a algum colega ou aprendiz em apuros no centro cirúrgico ou na clínica diária.

Quero deixar aqui registrado grande respeito e gratidão àquele que, para mim e muitos outros urologistas, é a maior bandeira dessa especialidade no Centro-Oeste. Não desejo bom descanso ao dr. Theobaldo, por se tratar de um guerreiro incansável, que não abandonará jamais a sua paixão: a Medicina!

Parabéns, dr. Theobaldo! Que Deus lhe conceda muita saúde! Sempre!

(Newton Brenner, via e-mail)

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