Brasil

Mulheres que marcham, em vários sentidos e um só objetivo

Redação DM

Publicado em 15 de agosto de 2019 às 17:56 | Atualizado há 2 anos


A Marcha das Mulheres Indígenas e Margaridas simbolizam a luta do povo brasileiro por dignidade representado pelos povos originários, verdadeiras guardiães da preservação da floresta amazônica. Nosso presidente deveria dar mais atenção a isso, já que o Brasil a cada dia perde prestigio, financiamento para pesquisas e verba para programas extrativistas. Estamos percorrendo um trajeto de volta na nossa capacidade de construir projetos criativos e sustentáveis. Na verdade nunca se desmatou tanto e em tão pouco tempo perdendo rapidamente vários biomas. O mundo todo acompanha e observa atentamente para o Brasil e seu governo.



Um governo inteligente faria as pazes com os movimentos sociais que equivalem a um termômetro e espelho fora do país. Ao invés disso, em todo o mundo inclusive no Brasil, governos atacam e repelem manifestações de ativistas. Segundo a Folha de São Paulo, a Força Nacional espionou mulheres indígenas tirando fotos e filmando participantes. A marcha foi acompanhada por “espiões” PMs em trajes civis. A democracia global dá sinais de retrocesso em nome de uma agenda unicamente econômica, sem respeitar sentimentos, conquistas e o mais importante a felicidade individual de cada um.



O movimento foi criado em homenagem a Maria Margarida Alves, sindicalista assassinada em 1983 por enfrentar coronéis de “gravata e jaquetão” como dizia em uma música o cantor Luiz Gonzaga, em Alagoa Grande, na Paraíba. Entre as principais pautas que unem as trabalhadoras rurais, se destaca a luta pela manutenção de vários direitos usurpados pelos congressistas aliados do governo, como a aposentadoria rural alterada e vetada pela atual reforma aprovada na Câmara.

A Marcha das Margaridas é a maior ação de mulheres da América Latina contando na sua sexta edição, com a inspiração da agroecologia e enfrentamento da violência contra a mulher no campo: “Margarida na luta por um Brasil com soberania popular, justiça, igualdade, e livre da violência.” A caminhada é organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e agora conta com o reforço da Marcha das Mulheres Indígenas sob o tema emblemático: “Território: nosso corpo, nosso espírito”, com o suporte e a presença de nações indígenas, comunidades quilombolas e mulheres urbanas marginalizadas.



A Marcha das Mulheres Indígenas e Margaridas simbolizam a luta do povo brasileiro por dignidade representado pelos povos originários, verdadeiras guardiães da preservação da floresta amazônica. Nosso presidente deveria dar mais atenção a isso, já que o Brasil a cada dia perde prestigio, financiamento para pesquisas e verba para programas extrativistas. Estamos percorrendo um trajeto de volta na nossa capacidade de construir projetos criativos e sustentáveis. Na verdade nunca se desmatou tanto e em tão pouco tempo perdendo rapidamente vários biomas. O mundo todo acompanha e observa atentamente para o Brasil e seu governo.



Um governo inteligente faria as pazes com os movimentos sociais que equivalem a um termômetro e espelho fora do país. Ao invés disso, em todo o mundo inclusive no Brasil, governos atacam e repelem manifestações de ativistas. Segundo a Folha de São Paulo, a Força Nacional espionou mulheres indígenas tirando fotos e filmando participantes. A marcha foi acompanhada por “espiões” PMs em trajes civis. A democracia global dá sinais de retrocesso em nome de uma agenda unicamente econômica, sem respeitar sentimentos, conquistas e o mais importante a felicidade individual de cada um.



Dia 14 de agosto de 2019 é um dia histórico para as mulheres oprimidas do Brasil. Dois movimentos de luta que sofrem com a condição de mulheres marginalizadas se encontraram nas ruas. Mais de 100 mil mulheres que participam da Marcha das Margaridas se juntaram a aproximadamente 3 mil mulheres indígenas na Praça dos Três Poderes em Brasília na luta contra as ações e decretos que violam os direitos conquistados a duras campanhas ao longo do período democrático.

Somaram-se as reivindicações milhares de mulheres camponesas, sem-terra, pescadoras, quilombolas e populações ribeirinhas, que igualmente se manifestam pela garantia de direitos, pelo acesso a vida e contra os ataques do governo Bolsonaro às populações do campo, das águas e dos povos das florestas.



O movimento foi criado em homenagem a Maria Margarida Alves, sindicalista assassinada em 1983 por enfrentar coronéis de “gravata e jaquetão” como dizia em uma música o cantor Luiz Gonzaga, em Alagoa Grande, na Paraíba. Entre as principais pautas que unem as trabalhadoras rurais, se destaca a luta pela manutenção de vários direitos usurpados pelos congressistas aliados do governo, como a aposentadoria rural alterada e vetada pela atual reforma aprovada na Câmara.

A Marcha das Margaridas é a maior ação de mulheres da América Latina contando na sua sexta edição, com a inspiração da agroecologia e enfrentamento da violência contra a mulher no campo: “Margarida na luta por um Brasil com soberania popular, justiça, igualdade, e livre da violência.” A caminhada é organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e agora conta com o reforço da Marcha das Mulheres Indígenas sob o tema emblemático: “Território: nosso corpo, nosso espírito”, com o suporte e a presença de nações indígenas, comunidades quilombolas e mulheres urbanas marginalizadas.



A Marcha das Mulheres Indígenas e Margaridas simbolizam a luta do povo brasileiro por dignidade representado pelos povos originários, verdadeiras guardiães da preservação da floresta amazônica. Nosso presidente deveria dar mais atenção a isso, já que o Brasil a cada dia perde prestigio, financiamento para pesquisas e verba para programas extrativistas. Estamos percorrendo um trajeto de volta na nossa capacidade de construir projetos criativos e sustentáveis. Na verdade nunca se desmatou tanto e em tão pouco tempo perdendo rapidamente vários biomas. O mundo todo acompanha e observa atentamente para o Brasil e seu governo.



Um governo inteligente faria as pazes com os movimentos sociais que equivalem a um termômetro e espelho fora do país. Ao invés disso, em todo o mundo inclusive no Brasil, governos atacam e repelem manifestações de ativistas. Segundo a Folha de São Paulo, a Força Nacional espionou mulheres indígenas tirando fotos e filmando participantes. A marcha foi acompanhada por “espiões” PMs em trajes civis. A democracia global dá sinais de retrocesso em nome de uma agenda unicamente econômica, sem respeitar sentimentos, conquistas e o mais importante a felicidade individual de cada um.


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