O aborto na adolescência
Redação DM
Publicado em 2 de junho de 2016 às 02:24 | Atualizado há 10 anos
Na maioria das vezes as adolescentes ficam constrangidas porque não tiveram orientação suficiente para enfrentar uma gravidez e preferem recorrer a um método perigoso: o aborto. Muitas são abandonadas, expulsas do lar; assim surgem casas de apoio para orientá-las e, por acanhamento, não aceitam ajuda.
Uma medida que poderia ser adotada seria conscientizar as autoridades competentes, repassando verba suficiente às entidades, para que estas possam ministrar cursos para gestantes, fornecimento de cestas básicas, condições de atendimento médico, orientações para os pais ou responsáveis de como lidar com esta situação, porque na verdade é um ser que está por vir neste mundo.
O aborto na adolescência tem sido associado uma série de problemas físicos e psicológicos, incluindo o abuso de drogas e álcool, tentativa de suicídio.
Na maioria das vezes ocorre o arrependimento e sentimento de culpa.
A hemorragia, nos casos de aborto espontâneo, novamente se espalha com abundancia, já o aborto provocado é mais intenso e pode levar ao choque, depressão, às infecções; apresentam-se relativamente benignas mas podem ser graves e mortais.
O trauma mais perigoso é a perfuração uterina, o colo do útero também pode ser lesado durante a prática do aborto.
O índice de aborto na adolescência tem aumentado em todo Brasil. Qual é a causa? O que fazer?
(Irlene Dionis, articulista associada à AGI – Associação Goiana de Imprensa)