“O cara quer se aparecer mesmo!”
Redação DM
Publicado em 25 de agosto de 2015 às 22:50 | Atualizado há 11 anosEu já mencionei, “por sinal”, zilhões de vezes, que converso, “desde que me conheço por gente”, com pessoas de todas as classes em botecos, bancos, supermercados, padarias e não me lembro de ter discriminado ninguém, “tanto” que aí em Goiânia troquei prosa, algumas vezes, com o nosso editor-geral, na minha humilde opinião, um dos melhores articulistas do País, Batista Custódio, (“Olha aí o aparecido sendo puxa-saco também”), outras, com a jornalista Consuelo Nasser, fundadora e diretora do “Cevam, até o seu falecimento em 2002, duas com o ex-governador de Goiás, Iris Rezende e menciono aqui apnas três pessoas porque era costume, nos tempos de Cristo, enfatizar com três exemplos ou palavras, mas, claro, foram inúmeras as pessoas renomadas e famosas com quem conversei e converso e, claro, “claro que sim não que não”, só estou mencionando isto porque têm uns energúmenos insistindo que os meus ouvidos são penico ou privada, querendo fazer da minha mente laboratório das suas desgraças interiores, suas decepções existenciais, certamente por terem feito de suas vidas um amontoado de acontecimentos inúteis, insonsos, vazios, diluídos no tempo e insuflados com fantasias, uma viagem aqui, outra acolá, para a Bahia, Pernambuco ou Ceará, enfim, pra “termina” de “me aparecer” – como se a função do articulista, cronista, jornalista não seja aparecer com o seu ‘quadro’ de palavras! – vou mencionar, também, e com muito prazer, enfunado de orgulho mesmo, dessa vez com apenas um exemplo para não cansar os leitores mais jovens, que estive proseando, e por duas vezes também, com o jornalista e um dos maiores escritores e pesquisadores sobre Jesus Cristo e OVNI’s do planeta, o espanhol J. J. Benitez, criador da monumental Operação Cavalo de Troia, cujo 9º volume tem mais de mil páginas e, não resisto, vou mencionar também que nos meus tempos de moleque, na lindíssima e magnífica Ribeirão Preto, trabalhei e reportei-me a grandes editores, como Luciano Lepera, que foi editor do Diário da Manhã, o “Seu Orestes”, do jornal A Cidade, ao Bóris Casoy na minha “passagem”, de quase dois anos pela Folha de S. Paulo, dos 18 aos 20 aninhos e, por hoje já chega de me aparecer. Até!
(Henrique Dias, jornalista)