O cidadão da classe “C”
Redação DM
Publicado em 28 de dezembro de 2015 às 23:04 | Atualizado há 11 anosEstou de malas prontas. Voltarei à realidade. Da experiência que vivi, não guardarei saudade. Foi tudo ilusão. Invenção do governo petista. Me fez crer que eu podia tudo e fiz dívidas a perder de vista. Com uma economia maquiada, colocaram-me na nova classe “C”, mudei todos os meus hábitos, fiquei enjoado até para comer. Mudei de bairro, minhas crianças foram para a escola privada, dei smartphones para todas, realizei o sonho da garotada. Os móveis velhos eu doei, substituí todos por novinhos, o crédito era fácil e os juros baixinhos. Abandonei o transporte coletivo, comprei um carro a prestação, viajei Brasil afora exibindo a minha ascensão. Arranjei novos amigos. Minha casa ficava cheia, aos domingos jogávamos vôlei, numa quadra de areia. Estou voltando. Volto desempregado e cheio de contas a pagar, eu sei que por muito tempo terei que me espernear. Retorno à classe “D”, de onde não deveria ter saído, mas pelas balelas do governo, acabei sendo iludido. As previsões não são boas. Há muralhas pela frente, dizem que 2016 o PIB continuará nanico e a inflação será crescente. O que será da nossa presidente?
(Jeovah Ferreira, via e-mail)
Arquidiocese Católica Apostólica Ortodoxa Antioquina São Paulo e todo Brasil
Glória a Deus nas alturas e paz na terra, para os homens a benevolência
Aos filhos espirituais em Jesus Cristo. Reverendo clero. Conselheiros, paroquianos e amigos da Arquidiocese de São Paulo e todo Brasil.
Bênçãos apostólicas e saudação paternais.
Com este cântico angélico e alegre Boa Nova do Natal, os saudamos e lhes enviamos nossa bênção paternal por ocasião desta festa da encarnação do Verbo Divino para nossa salvação, rogando a Deus, o Pai Celeste, por todos vocês, por seus filhos, todos os seus familiares, bem como por todos os que lhes são queridos, desejando-lhes, igualmente, um abençoado Ano Novo, um tempo de paz, no qual se realize a alegria e a reconciliação entre todos os seres humanos.
Que o Menino nascido na manjedoura, na figura humana de uma criança, Jesus, o Cristo, esteja em suas vidas e corações. Nós, que temos o seu Nome, sejamos seus fiéis discípulos e evangelizadores de sua paz neste mundo.
Queridos, no primeiro Natal o Filho Unigênito de Deus desceu dos Céus à terra para elevar os que estão na terra para os Céus. Ele, Jesus Cristo, por sua Santa Encarnação, se revestiu de nossa natureza humana, encarnando-se de forma perfeita como homem, para que nós nos revestíssemos dele, como lemos na Epístola do Santo Apóstolo Paulo aos Gálatas: “Vos que fostes batizados em Cristo, de Cristo vos revestistes” (3,27).
Jesus, com seu nascimento na carne, habitou nosso mundo para tornar-nos cidadão dos Céus.
Por isso todos nós elevamos juntos ao Pai Celeste nossas orações, unidos num só espírito, onde quer que estejamos, rogando não apenas por nós mesmos, por nossas almas e por nossos familiares e amigos, mas por todos os seres humanos que necessitam da misericórdia divina, e pela terra inteira, especialmente nosso Oriente – Síria e Líbano – como cantaram os anjos no dia do nascimento de Jesus, unindo-nos a eles, de coração, para a proclamação angélica, dizendo:
“Glória a Deus nas alturas, e paz na terra, para os homens a benevolência.”
A todos um abençoado Natal e um feliz e próspero Ano Novo, coroado com as bênçãos de Deus.
(Damaskinos Mansour, arcebispo metropolitano da Arquidiocese de São Paulo e todo Brasil)
Que venha 2016
Não tenho mais palavras para tecer minhas críticas ao governo petista, pois ao longo de anos elas foram gastas em vão. A gente lê os jornais, se enche de náuseas, vai às ruas e nada acontece, pois o STF finalmente se curvou às evidências partidárias/ideológicas. Vivemos a época em que os argumentos valem mais do que os fatos, em que o juridiquês arrancou a venda dos olhos da Justiça, e qual mulher despudorada, ela enfrentou nossos olhares atônitos como que dizendo: “Vamos ver quem pode mais!?” Com certeza não somos nós. Que venha 2016…
(Mara M. Assaf, via e-mail)
Pior Natal em 10 anos
Os shoppings do País, conforme dados de sua entidade que congrega 7,5 mil lojistas, desolados, apresentou queda não esperada de 1% nas vendas deste Natal, já descontada a inflação. O pior resultado desde 2005. Lógico que os empresários do setor já estavam apreensivos com relação ao possível resultado deste ano. Já que a contratação de mão de obra temporária foi 30% menor do que em 2014, que de 138 mil caiu para 96 mil temporários. Como triste consolo só resta agora queimar o grande estoque que sobrou, juntar os cacos do péssimo resultado, e lutar para pagar dívidas… E por que não, torcer para que em 2016, no lugar deste desastrado governo petista, assuma após um esperado impeachment da Dilma, um novo governo capaz de entender que o mercado – assim como toda a economia – funciona como que uma orquestra. Que, sem desafinar, respeitando os fundamentos macroeconômicos, gastando somente o que arrecada, controlando a inflação a mão de ferro, e investindo sem a bandalheira da corrupção hoje existente, os negócios vão prosperar e o apoio da sociedade brasileira será inconteste! Caso contrário, poderemos amargar em 2016 um ano pior do que 2015…
(Paulo Panossian, via e-mail)