Brasil

O espírito da coisa

Redação DM

Publicado em 24 de agosto de 2015 às 22:04 | Atualizado há 1 ano

A última péssima notícia é que um ‘pool’ de investidores estrangeiros, alegando terem sido lesados pelos negócios escusos do ‘petrolão’, estão colhendo cópias de documentos da operação Lava Jato para subsidiar ação coletiva junto à Suprema Corte de Nova York a ser proposta contra nossa petroleira. A Petrobras se diz vítima do esquema, mas a defesa dos investidores contesta: “Pensamos que é uma piada dizer que eles são vítimas” – afirmou o advogado dos investidores, Jeremy Lieberman. “Eles estavam dando subornos ao governo, o governo é o acionista majoritário e, portanto, o que é bom para o governo é bom para a empresa” – concluiu o causídico.  “Data venia”, não é bem assim.  Ao revés, qualquer pessoa medianamente informada sabe que o que é bom para o governo do PT em geral não é bom para o Brasil e, portanto, para as empresas brasileiras – estatais incluídas. O petrolão foi a pilhagem da Petrobras promovida por pessoas da confiança do governo, as quais foram nomeadas para ocupar postos-chave da empresa  com o propósito de drenar seus recursos e, com eles, irrigar um projeto espúrio de perpetuação no poder. Mas isso é tão bizarro e inimaginável que é compreensível o fato de os gringos não captarem o espírito da coisa.

(Silvio Natal, via e-mail)


Tratamento vil ao aposentado

João Roberto Gullino

Plagiando o “palestrante” Lula, “nunca antes neste país” o aposentado foi tão vilipendiado e massacrado como pelo sistema “socialista” dos governos FHC e PT. O primeiro o colocou na beira do abismo e o segundo o empurrou barranco abaixo. Portanto, uma sugestão para faixas da próxima passeata – “Aposentado sem fiança, idoso sem esperança”.

(João Roberto Gullino, via e-mail)


O fim das bandeiras vermelhas

Jeovah Ferreira

As manifestações pró-Dilma e pró-PT foram um fiasco. As bandeiras vermelhas realmente estão em baixa. As multidões que noutros tempos enchiam as ruas e avenidas para mostrar a força de Lula e da sigla, hoje está enclausurada e com vergonha dos malfeitos praticados por aqueles que se diziam os mais certinhos do universo. Mas tenhamos cuidado. Eles são bons de conversa e, se facilitar, passam mel na boca do povo e dão a volta por cima. Eles criaram agora o momento de autocrítica e, travestidos de ovelhinhas, falam em reconhecimento dos erros. O vermelhão do PT está como água do Sistema Cantareira, só restam algumas manchas. Eu quero muita água no Cantareira, mas para o PT eu desejo o fim das bandeiras.

(Jeovah Ferreira, via e-mail)


Embriaguez ao volante

Josuelina Carneiro

Dirigir embriagado é crime. Todos sabem. O filho do famoso cirurgião plástico Ivo Pitanguy, depois de entornar umas e outras, não saciado, afrontou a lei. Em estado de embriaguez – segundo testemunhas – saiu dirigindo até atropelar e matar uma pessoa além de causar danos materiais. Não me parece certo que este tipo de delito seja atenuado sob a alegação de que o causador da tragédia não teve a intenção de matar. Casos como esse sucedem com frequência. Quem não se lembra daquele deputado do Sul, que por excesso de velocidade sobrevoou um carro, matando os dois jovens que estavam dentro? Falta de responsabilidade também é crime.

(Josuelina Carneiro, via e-mail)


O oportunismo

A oportunidade de ser colocado em evidência nos meios de comunicação leva alguns políticos a fazerem declarações oportunistas.Como no caso do senador Aécio Neves. Que autoridade tem ele para afirmar que a presidente Dilma não tem mais representatividade para o cargo que ocupa? E por coerência, qual a posição dele em relação ao presidente da Câmara ocupar o cargo, diante das denúncias do procurador-geral da República ao STF, acusando-o de envolvimento na Operação Lava Jato? Ou cada cargo tem um critério diferente de interpretação?

(Uriel Villas Boas, via e-mail)

 

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