Brasil

O sofrimento imenso das crianças sírias

Redação DM

Publicado em 22 de dezembro de 2016 às 01:00 | Atualizado há 2 anos

Diante de cenas tão tristes do sofrimento das crianças sírias, vendo seus rostinhos compungidos por tanta dor emocional, sem sequer terem mais lágrimas para chorar, como comemorar o nascimento daquele que veio ao mundo para nos salvar, com seus ensinamentos de amor ao próximo, tendo Ele mesmo nascido durante a fuga de José e Maria, tentando refugiar-se da matança de milhares de criancinhas inocentes? A impressão que tenho é que o ser humano fica a cada dia pior, insensível, sem alma. E os que pagam são sempre os mais fracos, oprimidos e vulneráveis. Para eles não há piedade. O sentimento de impotência toma conta daqueles que acreditam não haver ideologia ou credo que justifique tanta crueldade. Hoje olho para meus netos e penso com horror que poderiam ser eles a estar entre estas vítimas da insanidade dos homens. É não há consolo para isto. Acredito que o grande mal da humanidade não está nas religiões, mas na intolerância entre os povos e suas diferenças que geram  ódio e ressentimento. Então, que Jesus nascido numa manjedoura perseguido pela crueldade de um governante sanguinário, nos faça lembrar das criancinhas que estão em fuga, que são Jesus também, desejando a elas que os homens de boa vontade as protejam e lhes dêem forças para superar seu imenso sofrimento.

(Eliana França Leme, via e-mail)

 

 


Pacote inócuo

Iria de Sa Dodde

Com pompa e circunstância foi anunciado um pacote econômico. Sinceramente um conjunto de medidas já anunciadas tantas vezes no passado e sem efeito prático algum. Premia incompetentes e descontrolados. Nem parece um pacote e sim uma surrada saca de supermercado. E vazia. Temer vai de mal a pior.

(Iria de Sa Dodde, via e-mail)

 


Decadência de um demagogo

Paulo Panossian

O Lula, de rei da popularidade, amarga como pai, ou idealizador do mensalão e do Petrolão, vê seu insustentável reinado da baixa politicagem ruir! E como ápice de todas essas excrescências, contabiliza também inúmeros indiciamentos por suposta corrupção, tornando-se réu pela 5ª vez, e levando junto também familiares aos escombros destes desvios de recursos públicos! Todos contidos nas investigações das operações Lava Jato, Zelotes e Janus! Mas, isso estava escrito! E só relembrar como que a CUT, liderada pelo Lula, conseguia na marra recursos com as ameaças de selvagens greves nas empresas do ABCD…

(Paulo Panossian, via e-mail)


Pacote de medidas de Temer e Alckmin

op

O presidente Temer lançou (15/ dez) um pacote de medidas para estimular a atividade econômica, medidas essas para tentar reduzir endividamento das empresas, combater o desemprego  e burocracia. No dia seguinte (16/dez), o governador de S. Paulo, Geraldo Alckmin, lançou um outro pacote com simplificação tributária, desoneração, e incentivos a investimentos que beneficiam a indústria, em especial a indústria automobilística, que é a grande locomotiva para a geração de empregos. Diante dessas iniciativas louváveis para estimular a atual economia brasileira, existe algo que chama atenção, inclusive mundial, é o chamado imposto sindical ou “contribuição sindical compulsória”, que é equivalente a um dia de trabalho do trabalhador. Por quê? Porque só existe no Brasil.  Sem o imposto sindical,os sindicatos passariam a depender exclusivamente das cotas pagas pelos associados, o que causa calafrios nos sindicalistas. Sindicalismo é sinônimo de PT e vice- versa, e o Brasil é o país com mais sindicatos no mundo,  são 15.007 (Reino Unido 168, Dinamarca 164, Argentina 91).  Conforme os especialistas na área trabalhista,  a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) com 73 anos já cumpriu o seu papel histórico de dar aos trabalhadores um mínimo de proteção legal contra os abusos dos empregadores, mas hoje ela se presta a reservar aos dirigentes sindicais tutelados pelo Estado, uma posição privilegiada para sabotar esforços de modernização do trabalho. E mais: o fluxo contínuo de recursos garantidos pelo imposto sindical são isentos de fiscalização e controle; mais essa!

(Edgard Gobbi, via e-mail)

 

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