Pelé penhora a vila
Redação DM
Publicado em 22 de dezembro de 2015 às 22:25 | Atualizado há 1 anoPelé, você que fez tanto sucesso justo, merecido e ficou riquíssimo graças ao seu dom herdado pelo nosso Pai eterno e muito bem cumprido por você enquanto a isso se propôs… Nada disso teria acontecido se um grande clube não tivesse lhe estendido a mão para que você mostrasse a sua grande habilidade. O Santos lhe acolheu como o seu principal e mais querido filho! Hoje você está idoso e possui uma situação econômica invejável conquistada com honestidade, e algumas, até desnecessária e de maneira cruel, paga injustamente com o sacrifício dos trabalhadores brasileiros que não tiveram a opção de decidir se dariam ou não. O PT fez isso autoritariamente por sua conta, visando apenas enganar o povo com um populismo desumano, lhe concedendo um prêmio de R$ 100 e mais uma aposentadoria pelo teto na Previdência Social, tudo isso com o dinheiro dos contribuintes! Você aceitou? Por que não seguiu o grande exemplo do “Tostão”, que não aceitou alegando que todos os campeões do mundo de 1970 já haviam sido muito bem gratificados e esse dinheiro não é para o governo fazer média, é dos contribuintes da Previdência. Pelé, como jogador de futebol, você me proporcionou muitas alegrias pelas quais sou eternamente grato, mas no final da sua vida (queira ou não) isto é realidade para todos nós. Você teve coragem de dar essa apunhalada nas costas do Santos F.C., exatamente este clube que lhe mostrou ao mundo e lhe proporcionou a abertura do teu sucesso? Não acredito que você esteja com a consciência tranquila!
(Benone Augusto de Paiva, via e-mail)
Você está tranquilo?!…
Não se desespere! Milagre à vista! Um velho servidor dos petistas, hoje guindado ao cargo de ministro da Fazenda, como o Nelson Barbosa, em entrevista ao Estadão, garantiu ao povo brasileiro: “Fiquem tranquilos que, com o tempo (sabe lá quanto…), vamos resolver todos os problemas.” Essa afirmação vinda de alguém como o Barbosa, que é cúmplice direto desta esbórnia econômica que vivemos, e que sem piedade tira da mesa do brasileiro até o “peru deste Natal”, é uma ofensa! Já que nesta entrevista ao jornal não deu nenhuma pista de como vai tirar o País do atoleiro econômico! Mas foi pródigo como bom serviçal do Planalto ao defender, sem se ruborizar, a Dilma, dizendo que não há nenhuma razão para o seu impeachment. Ou seja, recheado de demagogia, pareceu mais com um discurso da Dilma Rousseff, durante a última campanha eleitoral, recheada de mentiras e outros babados… Dá para ficar tranquilo?!…
(Paulo Panossian, via e-mail)
Grau de investimento
O Brasil até 2008 sempre foi classificado pelas agências de avaliação de risco com o grau de País especulativo. Assim todos os governos, até o primeiro mandato de Lula, tinham esta pecha. O País não acabou e quando ganhou o grau de investimento continuou fazendo o que sempre fez: gastando sempre mais do que arrecada e de maneira irresponsável. Passado este tempo cheguei à conclusão que sua promoção em 2008 ou foi um engano ou as agências que não são tão sérias como todo mundo fala também receberam propina. Afinal, naquele momento estava organizada no País o que veio a ser considerada a maior organização criminosa do mundo, não só pelo tamanho do rombo causado ao País como pela quantidade de membros. Não tem cadeia para todo mundo.
(Iria de Sá Dodde, via e-mail)
Reação de indignação
O ministro Gilmar Mendes, do STF, reagiu indignado à decisão majoritária de seus pares ao dizer que estavam tomando uma decisão casuística. Foi acompanhado também com veemência por Dias Toffoli (sic). E sequer foram questionados pelos colegas. Dias atrás a ministra Carmem, do mesmo STF, disse que os brasileiros deveriam ter a mesma ousadia dos canalhas para salvar o Brasil. Pergunto a ministra: quem são os canalhas? Na minha opinião todos têm nome e sobrenome e estão encastelados em todos os poderes. E o Brasil depois desta decisão afundou mais um pouquinho.
(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)


