Prefeitura de Goiânia atende mais de 2,6 mil pessoas em situação de rua
Redação Online
Publicado em 19 de novembro de 2025 às 21:04 | Atualizado há 7 meses
"Cada acolhimento representa uma vida que encontra segurança, orientação e encaminhamentos para a rede de proteção", enfatiza
A prefeitura de Goiânia registrou que mais de 2,6 mil pessoas em situação de rua foram atendidas pelos serviços de acolhimento institucional e emergencial entre janeiro e novembro de 2025. Os dados incluem o funcionamento das Casas de Acolhida I e II e do Acolhimento Emergencial.
A Casa de Acolhida I (CAQ), destinada exclusivamente a homens adultos, contabilizou 31.762 serviços ofertados a 1.401 pessoas. A unidade oferece acolhimento prolongado com permanência de até três meses, podendo ser prorrogado por igual período.
A Casa de Acolhida II, voltada para famílias (mulheres com filhos ou núcleo familiar completo), somou 4.002 serviços prestados a 561 pessoas. O espaço atende unidades familiares em situação de vulnerabilidade social.
No Acolhimento Emergencial, foram ofertados 3.838 acolhimentos, contemplando 654 pessoas. O equipamento é acionado durante condições climáticas adversas e oferece banho, alimentação, pernoite e encaminhamentos socioassistenciais.
O número de “serviços ofertados” refere-se ao total de acolhimentos realizados, independentemente do tempo de permanência. Um mesmo indivíduo ou família pode ser acolhido por até três meses, com possibilidade de prorrogação.
Além dos espaços de pernoite, a rede municipal conta com o Centro POP, responsável por atendimentos diurnos que ultrapassaram 130 mil registros. As equipes de Abordagem Social (SEAS) realizaram cerca de 6 mil atendimentos no ano.
A Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Assistência Social e Direitos Humanos, Eerizania Freitas, explica que as ações priorizam a proteção e o acesso a direitos. “Cada acolhimento representa uma vida que encontra segurança, orientação e encaminhamentos para a rede de proteção”, enfatiza.
O trabalho segue as diretrizes da Política Nacional de Assistência Social e da Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, garantindo padrão de qualidade e respeito às trajetórias individuais.
Foto: Divulgação