Brasil

Rogério Azevedo, um jovem e promissor político em plena ascensão

Redação DM

Publicado em 7 de fevereiro de 2016 às 21:57 | Atualizado há 10 anos

Existe na concepção da maioria do eleitorado brasileiro, uma equivocada idéia de que um vice em um cargo do poder executivo seja vice do prefeito, ou prefeita, governador ou governadora ou do/da presidente. Oras, ele é um legal substituto em caso do impedimento do titular do cargo, porém o seu cargo se vincula àquele poder para o qual foi eleito vice, nunca à pessoa daquele que pode, por qualquer motivo vir a substituir, muito embora, não raro ouçamos  um ou outro encher a boca e dizer “meu vice”, como se ele fosse um seu subordinado.

Recentemente a celeuma envolvendo a administração da capital em razão de prefeito e vice serem de partidos diferentes e que até agora, pelo menos em tese, continuam aliados,  mas às turras pela imprensa, constantemente via imprensa televisada, falada e escrita, tem se visto muitos criticarem o vice prefeito goianiense, até mesmo com frases chulas como”cuspindo no prato em que comeu”.

Isso se traduz em um ledo engano, uma ignorância por parte de alguns dos nossos mais de duzentos milhões de brasileiros entendidos, verdadeiros PHs em politica, que a discutem cheios de razão, levados pela imensa carga midiática que, graças a ela, tem ajudado a formar consciências e reforçar cidadanias, muito embora ajam muitos exageros e entendimentos equivocados, como esse de que vice possa se traduzir em um subalterno do titular do cargo e a ele deva  obediência, respeito e gratidão.

Outrossim,  não existindo essa vinculação subordinativa,  poucas são as vezes que um prefeito , governador ou presidente abre espaço para o seu vice, sendo uma rara exceção hoje o governador Marconi com o vice José Eliton(muito embora o interesse eleitoreiro esteja na frente, pois está a prepara-lo para uma campanha para ser o seu substituto em 2018), mas como regra geral, na maioria dos municípios, os titulares do executivo não abrem brecha para os vices, temerosos de que já na eleição seguinte quando ainda podem disputar a reeleição, os tenham como adversários na disputa pela prefeitura.

Após quinze anos morando em Goiania, tendo  retornado para a nossa querida ex-capital, me deparei com idêntica situação. Tendo votado na hoje titular do cargo de prefeita( pois permaneci eleitor vilaboense), embora lhe tenha feito a ressalva que só estava fazendo isso pela pessoa dela, pois desde de 2003 tomei nojo da prática que o PT adotou e o tempo tem me dado cada vez mais, mais e mais razão dessa minha decisão, me deparei com uma cidade em que a maior parte da população tem manifestado grande contrariedade com a sua administração. Busquei  então,  me aproximar  do vice prefeito da cidade, Rogerio Azeredo, e ouvir dele o que pensa de como gerir um município de grande importância para o contexto histórico e politico goiano, como é o caso da nossa querida Vila Boa dos Goyazes ou Cidade de Goiás ou, simplesmente, mas tudo: Goiás.

Fiquei deveras e positivamente surpreendido com um as suas modernas(porém adequadas ) propostas que tem quanto e para a nossa querida ex-capital, porém tendo me informado ele que, como é de praxe, embora tenha sido eleito para vice prefeito, portanto, em tese, deveria ser  ele um coparticipe, corresponsável, não lhe foi dada qualquer oportunidade de atual lado a lado com a titular, ou de que pudesse, ao menos, lhe oferecer, sugerir, as brilhantes e exequíveis idéias que julga viáveis para Goiás, sem desrespeitar a sua condição de Patrimonio Histórico Cultural da Humanidade, mas sobretudo isso sendo levado em consideração para alavancar o até agora incipiente turismo que nunca deslancha, bem como uma consistente politica para consolidação da condição de polo universitário, ao qual a cidade praticamente já faz jus, dado o grande número de faculdades nela existentes, mas que pode e deve ser aumentado.

Realmente embora conheça Rogerio Azeredo desde a mais tenra idade, ainda não havia tido a oportunidade de, ao vivo em longos bate papos, sentir o seu entusiasmo e vontade de contribuir para ajudar o crescimento de Goiás, sem contar que a sua inteligência e visão de futuro contagia aos seus interlocutores de pronto, pois se é facilmente e rapidamente notável  que se está diante de um idealista que sonha com uma Cidade de Goiás  cada vez melhor, com mais empregos e melhor qualidade de vida para os vilaboenses, principalmente se o foco administrativo mirar nas suas potencialidade econômicas, de um atração turística mundial e ao mesmo tempo um polo universitário.

Ao elogia-lo e enaltecer as suas inúmeras qualidades que  nele se nota, ouvi de um ou outro, que o vice prefeito do nosso município não é do tipo populista, de ficar dando tapinhas nas costas e toda aquelas outras arengas de políticos tradicionais que não tem um ser  vivo mais honesto do que eles , o que é uma visão superficial e na maioria das vezes equivocadas, pois o que precisamos não é disso, mas de boas idéias,  capacidade, visão administrativa/gerencial, e isso ele tem de sobra.

Rogerio Azeredo é um jovem e promissor politico em ascensão, sem qualquer dúvida, a ex-capital só tem a ganhar tendo políticos de seu quilate, pois continuando ele a sua militância politica/eleitoral se pode ter a certeza de que é uma das raras , honrosas e honestas exceções  que ainda creem que disputando e vencendo eleições,  poderá, e muito, contribuir para transformar  esse fétido lamaçal que vem se tornando a seara politica, numa pratica que realmente tenha os interesses coletivo em primeiro lugar, mostrando que ainda existem pessoas de bem que se dispõem a contribuir para o bem estar da sociedade.

 

(José Dominggos é jornalista, escritor, auditor fiscal, professor universitário, escritor e poeta. E-mail:  [email protected])


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