Rússia critica sanções de Trump e linha-dura fala em ‘declaração de guerra’
Redação Online
Publicado em 26 de outubro de 2025 às 12:38 | Atualizado há 8 meses
O governo Donald Trump impôs as primeiras sanções de seu mandato ao setor petrolífero russo. A medida visa forçar o presidente Vladimir Putin a encerrar a guerra na Ucrânia. Trump cancelou uma cúpula com Putin e afirmou que “sentiu ser hora de sanções”.
A chancelaria russa classificou as sanções como “extremamente contraproducentes”. O ex-presidente Dmitri Medvedev, da linha-dura, as chamou de “ato de guerra contra a Rússia”. A porta-voz Maria Zakharova reafirmou os termos russos para paz: concessão de territórios anexados e neutralidade ucraniana.
As sanções secundárias afetam entes financeiros que negociem com a Rosneft e Lukoil. A medida pode impactar China, Índia e Brasil, que importa 60% de seu óleo diesel da Rússia. A União Europeia incluiu empresas chinesas em seu novo pacote de sanções.
Trump negou a Volodimir Zelenski o fornecimento de mísseis Tomahawk capazes de atingir a Rússia. O presidente americano afirmou querer “acabar, não escalar a guerra”. Zakharova criticou exercícios nucleares da Otan como desestabilizadores.
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