Tipinho desprezível
Redação DM
Publicado em 28 de maio de 2016 às 02:32 | Atualizado há 1 ano
“A proposta que está sendo trazida estabelece uma norma de déficit de até R$170,5 bilhões em aberto, é um cheque em branco para ampliar de maneira desregrada os gastos”. Palavras do deputado Paulo Pimenta (PT-RS). Fosse tributado o caradurismo no Brasil e provavelmente nossos problemas fiscais estariam bem encaminhados, senão resolvidos. Que moral esse indivíduo acha que tem para criticar a nova equipe econômica e falar em ampliação de gastos se justamente a sua rigorosa contenção é a prioridade número um do novo governo ? Será que esse cínico fala mesmo sério ou finge ignorar que foi sob os lastimáveis desgovernos que ele incondicionalmente apoiou que vários “cheques em branco” foram emitidos para irrigar o irresponsável projeto populista de poder do PT e que foi justamente por conta dessa “ampliação desregrada dos gastos”, ocorrida tanto sob Lula quanto sob Dilma (vinco!), que o País tomou o rumo da quase bancarrota em que está? Que tipinho desprezível !
(Silvio Natal, via e-mail)
Queremos nosso Brasil de volta
No dia 3 de setembro de 2015, a presidente da República, Dilma Rousseff, ao assinar o Decreto 8515/2015, deixou revoltados os comandantes das Forças Armadas, principalmente o almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira. Os comandantes não gostaram nada de ver seus poderes sendo delegados ao Ministério da Defesa, que naquele momento era comandado por Aldo Rebelo e secretariado por Eva Chavion, ligada ao Movimento dos Sem Terra. Conseguiram serenar os ânimos, como?, ninguém ficou sabendo. Surpreende-nos o silêncio dos comandantes das FFAA depois de tomarem conhecimento um texto desafiador aprovado pela Diretoria Nacional do Partido dos Trabalhadores e distribuído para a imprensa no dia 17 de maio de 2016, onde afirma: ” O PT não permitirá que um eventual governo Temer coloque sua pauta. Será muito mais do que oposição parlamentar. É para dizer à sociedade: com o governo ilegítimo, não existirá paz, terá luta.” Queremos o nosso verde, amarelo, azul e branco de volta. Chega de vermelho.
(Leônidas Marques, via e-mail)
Tirando água da inundação com balde
Diante da enxurrada de notícias sobre a crise moral (política) e econômica que atravessa o País, é muito significativa a opinião dada em 13/05 pelo coordenador da força- tarefa da Lava Jato, procurador da República Deltan Dallagnol: “Sem reformas política e do sistema judicial brasileiro, nenhuma alteração política no governo resultará em melhoras para o País e suas instituições, pois estamos tirando água da inundação (corrupção) com balde”.
Há necessidade urgente para mudança no sistema de justiça criminal, tornando efetiva e não gerando a impunidade, e também de reformas políticas para que torne o ambiente menos propício à prática continuada de crimes de corrupção. Para alcançar esses objetivos, o Ministério Público Federal enviou ao Congresso 10 medidas de Combate à Corrupção para endurecer as punições a criminosos do colarinho branco. A operação Lava Jato, apesar de ataques de muitos políticos é irreversível, e precisa seguir adiante para o bem do País.
(Edgard Gobbi, via e-mail)
Maracutaia
Cidadãos que são eleitos senadores, deputados federais, estaduais e vereadores têm como missão primordial legislar. Este é o verbo e a ação que devem tomar. Quando assumem missões no Executivo passam a usar os seguintes verbos: trair, pois seus eleitores não o elegeram para isto, e roubar, pois a maioria assume sem ter a menor vocação para o que foi designada e ainda se envolve em maracutaias. A mídia divulga estes comportamentos à exaustão.
(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)


