Anápolis

Vereadora propõe uso de celular pedagógico em salas de aula, em Anápolis

Proposta altera projeto de lei que proibiu o uso do aparelho no município, em 2007.

diario da manha
Foto: Reprodução

O celular se tornou cada vez mais indispensável na vida da população brasileira. Uma vez que além da comunicação, é possível se informar e aprender de certa maneira através dele. Atendendo a um pedido de professores que trabalham com o aparelho de forma pedagógica a vereadora Maria Geli Sanches, professora Geli (PT) propôs uma alteração na lei que proíbe o uso do celular nas salas de aula das escolas municipais de Anápolis e permite seu uso para o aprendizado dos estudantes.

O DM Online conversou um pouco com a vereadora sobre a proposta, que altera a lei nº 3272 de 2007 que proíbe o uso de aparelhos celulares dentro das escolas públicas do município. De acordo com a parlamentar na época ela participou da comissão que envolvia representantes do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), do Juizado da Infância e Juventude, da Secretaria Municipal de Educação, que fez um estudo e propôs o projeto de lei que proibiu o uso dos aparelhos nas instituições de ensino.

“Passado esse tempo, os representantes que decidiram proibir o uso dos aparelhos nas escolas, voltaram a se reunir e optaram pela utilização dos celulares de forma pedagógica”, conta a vereadora.

Proposta para utilizar celular em salas de aula, foi um pedido de professores que usam aplicativos nas salas de informática do município

Conforme a parlamentar, o pedido foi feito por professores que usam aplicativos nas salas de informática, para que essa alteração fosse feita, permitindo o uso dos aparelhos em sala. Entretanto, o uso poderá ser feito a partir de um dinamizador que esteja em sala acompanhando o aluno.

“A ideia não é deixar o estudante com aparelho solto na sala de aula e sem um uso pedagógico. O que estou propondo é que tenha o acompanhamento do educador e que esse dinamizador possa fazer esse trabalho interativo. Para isso foi enviada uma carta de compromisso com uma série de atribuições para que a alteração seja feita na lei”, explica a parlamentar.

Em relação aos colegas, a vereadora acredita que a proposta deva ser aprovada, pois o processo para a elaboração do pedido é bastante participativa contando com professores, representantes da educação, secretária, juizado e por isso acredita na aprovação da proposta.

“Eu apenas apresentei a proposta, agora vamos fazer audiências públicas para debater o tema e então enviar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da casa”, conta a vereadora.

Conforme a professora Geli o intuito é usar o celular com uma ferramenta pedagógica, através de aplicativos desenvolvidos em sala de aula e sempre com o acompanhamento de um professor.

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